Ney Franco fica, mas…



Juvenal Juvêncio segue bancando o técnico do São Paulo, apesar da pressão de conselheiros e de parte da direção do clube pela demissão de Ney Franco, eliminado nas semifinais do Paulista e nas oitavas da Libertadores.

O treinador, cujo contrato vai até o final do ano, fica, mas…

Mais do que o dedo dele vimos as mãos e a cabeça de Juvenal na decisão de afastar sete jogadores do elenco, entre os quais Cañete, Cortez, Fabrício e Wallyson. Foi do presidente também a iniciativa de colocar Luís Fabiano no mercado. Se aparecer um comprador, Fabuloso, que tem sido um fiasco nos últimos tempos, pode sair.

Lúcio, porém, mesmo já tendo entrado em rota de colisão com Ney Franco e virado vilão após a expulsão que resultou na virada do Galo no jogo de ida da Libertadores, fica. Como o técnico, bancado pelo presidente, que se mantém firme na decisão de mantê-los.

Até quando não sabemos, mas certamente o zagueiro e o treinador seguem enfraquecidos e muito pressionados.

O desempenho do São Paulo, afinal, como lembram alguns conselheiros e até parte da cúpula são-paulina, foi muito abaixo do esperado, especialmente no torneio sul-americano. Dos dez jogos que fez, incluindo os dois da Pré-Libertadores, o time conseguiu perder seis, sendo três derrotas para o Galo.

Como chegou a declarar o próprio Juvenal, o primeiro semestre está perdido. O pior é que não sei se lições foram tiradas do fracasso e o clube continua comandado por uma cabeça só. A do próprio presidente, que tem sido tomado pela soberba ultimamente. Só ultimamente?



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