Pitacos de Guardiola



Ainda antes de Bayern e Borussia chegarem à final da Liga dos Campeões, Pep Guardiola, curtindo o final de seu ano sabático em Nova York, dizia que seus dois favoritos para vencer a Copa de 2014 eram os alemães e… Sim, os brasileiros.

Apesar da falta de confiança na seleção por parte de nossos próprios torcedores, Guardiola acha que, ao lado da Alemanha, temos grandes chances de vencer o Mundial do ano que vem. Pesa, na análise do treinador espanhol, o fato de atuarmos em casa, a experiência de Luiz Felipe Scolari e sua capacidade de formar e fechar um grupo, além do talento de alguns jogadores brasileiros, especialmente os que atuam na Europa.

Ele acha, no entanto, que o Brasil deve jogar para a frente, colocando pressão nos adversários e aprimorando seu toque de bola, algo _no caso a posse de bola_ que também é defendido por Carlos Alberto Parreira, coordenador técnico da seleção.

Fora Brasil e Alemanha, Guardiola vê Argentina e Espanha como outros dois sérios candidatos ao título.

Já sobre a decisão de sair do Barça e aceitar convite para dirigir o Bayern e trabalhar em Munique, alega que precisava de novos desafios e que a forma como os alemães têm administrado e investido no futebol, com muita responsabilidade do ponto de vista financeiro, pesou na escolha.

Guardiola, aliás, não se mostrava muito propenso a dirigir times como o Chelsea ou o Paris Saint-Germain, irrigados por dinheiro de magnatas russos ou xeiques árabes.

Que tenha sorte quando assumir o Bayern. E que não esteja errado em seus palpites sobre a Copa de 2014. Mas que eu ainda preferia ver o Brasil nas mãos dele, Guardiola, confesso que preferia, por mais respeito que tenha _e de fato tenho_ por Felipão.



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