O bode expiatório



Faz muito bem Muricy Ramalho em sair em defesa de Neymar, uma das joias do futebol brasileiro e que virou bode expiatório pelas más atuações da seleção brasileira.

A seleção não é nem deve ser Neymar mais dez. E se ela não vai bem _aliás vai muito mal de 2010 pra cá_, a responsabilidade não pode ser atribuída só ao atacante santista, que tem sido insistentemente vaiado quando atua pela amarelinha.

Quarta, em Belo Horizonte, o time todo foi mal, engolido pelo Chile, que poderia ter saído do Mineirão com a vitória e colocou na roda o time brasileiro.

Mas as vaias e os xingamentos foram direcionados a Neymar, como se fosse o grande responsável pela péssima fase da seleção. Que não joga pelo Brasil o mesmo que apresenta com a camisa do Santos todo mundo pode constatar. Daí a transformá-lo em vilão não faz sentido nenhum. O buraco _do nosso futebol_ é muito mais embaixo e certamente não responde pelo nome de Neymar.

Aproveitando a ocasião e já mudando de tema, parabéns ao Audax, que conseguiu acesso dramático para a elite do futebol paulista. Venceu o Red Bull, no estádio do Nacional, e contou com tropeço do Guaratinguetá para assegurar a vaga na A-1 de 2014. Conseguiu quase que um milagre nas últimas três rodadas. Três vitórias e uma combinação de resultados que lhe garantiram a vaga. Sobem também Portuguesa e Rio Claro, que fazem a final da A-2, e Comercial.



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