E Barcos no Sul…



Posso estar equivocado, mas um dos grandes presentes que o Palmeiras ganhou no início de temporada foi a transferência de Hernán Barcos para o Sul.

Está certo que a transação foi desastrosa no início, o Verdão anunciou jogadores do Grêmio com os quais nem havia conversado, teve que fazer tudo às pressas, escutou absurdos do pai de Marcelo Moreno e ainda revoltou parte de sua torcida com a negociação, mas não tinha como segurar um jogador que não queria continuar. Que se acha acima do bem e do mal, não aceitava disputar a Série B e pensa que é Deus. Ou Maradona.

Ficar com atleta descontente só causa confusão. É melhor ficar com um grupo mais simples, porém abnegado, do que ter uma estrela insatisfeita provocando cisão.

Barcos é um bom jogador, oportunista, tem senso de colocação, ótimo toque de bola, mas não é aquele craque que alguns pensam e dizem por aí. Começou com tudo no Grêmio, é verdade, sua camisa é a terceira mais vendida nas lojas do time gaúcho, só que começa a decepcionar em um jogo ou outro. Inclusive porque, insisto, craque não é. Pelo menos não o vejo como tal.

E, curiosamente, enquanto o Palmeiras, com um time humilde e esforçado, embora num dos grupos mais fáceis da Libertadores, já está nas oitavas de final, o Grêmio corre risco de cair fora do torneio. Precisa empatar contra o Huachipato, semana que vem, para prosseguir na competição. E o jogo é fora de casa…

Interessante essa Libertadores… Os brasileiros que o digam. O Atlético, surpresa mais positiva até aqui, com cinco vitórias e aproveitamento de 100%, e o São Paulo, que pode ser eliminado na próxima quarta e não depende apenas das próprias forças depois de um início desastroso na competição. Aguardemos os próximos capítulos. Ou rodadas. Muita água pra rolar.



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