Ordem no Flamengo



O presidente Eduardo Bandeira de Mello mantém conversas com estatais na busca de novos parceiros não só para o futebol como também para os chamados esportes olímpicos. A ideia é retomá-los com mais força depois da Copa de 2014, já que a prática de algumas modalidades teve que ser cortada devido à falta de recursos.

Projetos de incentivo fiscal também começam a ser formulados, já que finalmente o clube conseguiu as certidões negativas que tanta falta fizeram na gestão de Patrícia Amorim, que gastou até não poder mais e deixou o Mengão endividadíssimo.

Segundo o Flamengo, foram refinanciadas dívidas do Refis e da Timemania e pagos mais de 30 milhões de reais em impostos federais atrasados.

No futebol, apesar de o início de temporada ser muito ruim, melhor talvez apenas do que o do Vasco, quando comparado aos rivais mais próximos, a filosofia é a mesma. Seguir até o final do ano com diminuição de custos, o que ficou claro no episódio da saída de Dorival Júnior, que ganharia mais de 500 mil reais por mês e não aceitava assinar novo contrato em outras condições.

A torcida pode estar insatisfeita com o futebol apresentado, vide o fraquíssimo jogo diante do Duque de Caxias, 1 a 1, no último sábado, mas deve ter paciência. A ordem é começar a arrumar a casa cuidando melhor das finanças. E como tenho insistido acho que o caminho deve ser esse mesmo.



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