Foi pênalti?



Segue gerando discussão o lance que originou o pênalti para o Corinthians ontem. É um daqueles lances polêmicos que alimentam as mesas de bar, debates no escritório e fazem do futebol o esporte emocionante que ele é. Para alguns, como José Roberto Guimarães, nosso grande técnico de vôlei, não foi. Para outros _e eu me incluo nesse grupo_, foi pênalti, sim.

Por que o lance gera tanta confusão? Porque é daqueles que dependem da interpretação do juiz, tanto que até agora não existe um consenso sobre ele. E nunca existirá.

Por que eu teria marcado o pênalti? Porque acho que Rogério Ceni apareceu atrasado no lance e, embora tenha levado a pior, foi o goleiro são-paulino quem chutou o pé de Alexandre Pato, que, a meu ver, não chegou solando, não, e poderia ter se machucado feio na jogada. Ceni acabou sendo imprudente, pelo menos foi o que achei, atingiu o rival dentro da área e cometeu a penalidade. Em vez de cartão amarelo, poderia ter recebido o vermelho.

Ah! Já sobre a reclamação corintiana no gol são-paulino, anotado por Jadson logo no comecinho do jogo, considero improcedente o pedido de falta de Alessandro. Não vi nada de irregular no lance. Pelo contrário. Exagerada a reclamação do corintiano, que queria apitar o jogo, como querem muitos dos jogadores brasileiros hoje em dia. Tem árbitro que deixa o atleta reclamar demais. Como Leandro Bizzio Marinho ontem. Há momentos em que deve ser mais enérgico e apitar. Se for o caso, distribuindo cartão. A obrigação do jogador é atuar, não apitar a partida, o que muito brasileiro insiste em não entender. Ou fingir que não entende.



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