Marin e a Conmebol



O presidente da CBF, José Maria Marin, tem dito que a CBF fez o possível e o impossível para tentar ajudar o Corinthians a ter sua pena diminuída na Libertadores, mas o clube paulista não vê assim.

Marin e Marco Polo Del Nero, que ajuda a dar as cartas na confederação, chegaram a conversar pessoalmente com Nicolás Leoz, o presidente vitalício da Conmebol,  quando o Palmeiras jogou e perdeu em Assunção para o Libertad, na semana passada. Voltaram de lá com más notícias, dizendo que o fato de quatro torcedores terem conseguido entrar com liminar na partida Corinthians x Millonarios, no Pacaembu, prejudicou ainda mais o time e que não teriam muito o que fazer.

A direção corintiana tem outra visão. Acha que no mínimo faltou tino ou boa vontade à dupla Marin/Del Nero, que deveria ter explicado que o Corinthians não era réu na ação e sim a Conmebol e que o clube insistiu para os quatro não entrarem no jogo. Que eles entraram garantidos por uma liminar na Justiça e conscientes de que faziam isso contra a vontade da diretoria.

Na avaliação da diretoria do Timão Marin está jogando para a plateia, indo ao Paraguai e até cogitando realizar um amistoso do Brasil contra a Bolívia para serenar os ânimos, o que não foi confirmado oficialmente até agora.

Marin e Del Nero sabem que a punição ao Corinthians e a tragédia de Oruro, tragédia ligada à Gaviões da Fiel, podem prejudicar mais Andrés Sanchez, desafeto dos dois, do que a CBF, especialmente com a repercussão que teve dentro e fora do país. Por mais que insistam que estão ao lado de Mario Gobbi e do clube paulista eles preferem esperar de camarote os próximos passos, já que essa novela promete. Ainda faltam muitos capítulos. A aguardar.



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