Barcos e o marketing gremista



Com a contratação do argentino Hernán Barcos, o Grêmio preparou uma campanha de marketing que deveria ganhar as ruas e a telinha no Sul semana que vem. A ideia era mostrar os principais jogadores do time comandados pelo xerife Vanderlei Luxemburgo prontos para vencerem mais uma Libertadores.

Idealizada logo após o time ter se classificado para a fase de grupos, ela só não entrou em ação antes justamente por conta da negociação com Barcos, acertada de última hora. E talvez não entre nos próximos dias, ao contrário do imaginado pela diretoria. O motivo? O fiasco na estreia da Libertadores, quando perdeu em casa por 2 a 1 para os chilenos do Huachipato. Nova derrota diante do Flu deixa os gremistas em situação delicada no torneio.

O marketing vai reavaliar o melhor momento de entrar em campo, já que a torcida, além de estar desconfiada do time _só entrou na competição sul-americana após vencer a LDU nos pênaltis e deu vexame em casa logo na estreia de Barcos_, ainda tem reclamado da nova arena gremista.

Antes do jogo contra o Huachipato, a camisa número 28, de Barcos, vinha sendo a mais vendida, mas o balanço de fevereiro está em xeque justamente pela campanha do time na competição sul-americana. No Estadual, jogando a grande parte dos jogos com os reservas, classificou-se para as quartas de final do primeiro turno apenas na última rodada e agora pego o Inter em jogo eliminatório.

Ah! A média de vendas de camisas oficias do Grêmio na temporada passada foi de cerca de 20 mil a 25 mil por mês. Com Barcos, a ideia e com o início da Libertadores, a ideia era chegar a 35 mil em fevereiro. Mas como a campanha para vender mais produtos gremistas foi adiada devido à situação da equipe, os números podem ser menores. Ainda mais se o time perder do Flu. O que não faz um Huachipato…



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