Ganso é banco?



A situação de Paulo Henrique Ganso no São Paulo começa a provocar desconforto. No jogador e em uma turma de conselheiros, que são os corneteiros de plantão no Morumbi.

O estafe do jogador, que não esperava iniciar a temporada no banco, como tem acontecido na Libertadores e no Paulista, está descontente com a situação, mas já recomendou calma a Ganso. Depois de sair brigado com o Santos, melhor tentar se entender com o São Paulo. Mas quanto mais demorar a conquistar um lugar no time menores serão suas chances de uma vaga na seleção que vai à Copa do ano que vem.

Já alguns conselheiros _que prefiro chamar de corneteiros_ têm criticado o início do ano do time, que fez apenas um bom jogo _os 5 a 0 contra o Bolívar, no Morumbi, pela Pré-Libertadores. As outras cinco partidas deixaram a desejar. Acham que Ney Franco tem testado demais e não encontrou um padrão de jogo.

A grande questão envolve Ganso. Será que ele cabe no esquema? No melhor jogo do São Paulo no ano, Aloísio entrou pela direita _e bem_, Jadson teve ótima atuação e o ex-atleta do Santos ficou na reserva. Como Cañete é outra ótima opção pela direita e Osvaldo, além de Jadson, é visto com bons olhos por Ney Franco, as chances de Ganso ficam reduzidas, a não ser em jogos em que o São Paulo vai com os reservas ou o mistão, como deve acontecer sábado.

Por essa Ganso e seu estafe não esperavam. Mas seu futebol, neste início de ano, apesar do ótimo toque de bola que tem, é alvo de muitos questionamentos. E não só pelo histórico de lesões. Principalmente pela falta de velocidade _Ganso gosta de jogar cadenciado_ e pela instabilidade emocional do jogador, que não é de hoje, diga-se de sinal. Já pôde ser vista no Santos, com Muricy, e na própria seleção, nos tempos de Mano, que optou por dispensá-lo.



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