COI volta a apertar Rio



O Comitê Olímpico Internacional voltou a pressionar o Rio e os dirigentes do Comitê Organizador Local dos Jogos de 2016 (COL). A entidade mostra preocupação com o ritmo das obras e com o atraso no cronograma de algumas delas. Partidas olímpicas de golfe e rúgbi sobre a grama, para ficar em dois exemplos, até agora não se sabe aonde serão realizadas.

Segundo o Comitê Olímpico Brasileiro, que é presidido por Carlos Arthur Nuzman, que também comanda o COL, está tudo sob controle e no mês que vem serão anunciados os locais que receberão as competições de golfe e rúbgi sobre grama.

Outra preocupação do COI é em relação ao setor hoteleiro do Rio, que oferece poucos quartos aos turistas e por preços exorbitantes. Representantes da entidade estiveram na capital fluminense na virada do ano para observar questões como mobilidade urbana e hotelaria. Ficaram muito bem impressionados com a organização da festa em Copacabana, que reuniu mais de 2 milhões de pessoas, mas assustados com o preço dos hotéis, que vão às alturas devido à demanda, e da alimentação, sem falar no serviço de táxi, que usa bandeira dois em todo o mês de dezembro.

Já o orçamento para os Jogos de 2016, que deveria ter sido entregue ao COI até julho do ano passado, foi reformulado mas ainda não divulgado para o comitê, que quer saber em quantas andam as contas e como elas serão pagas. O COL acena com a possibilidade de apresentar o novo orçamento depois do Carnaval, que acontece na primeira quinzena de fevereiro. Enquanto isso o COI fica esperando e o contribuinte, que é quem vai pagar a conta do evento, que prepare o bolso.



  • Mario

    normal todo mundo sabe q o esquema é atrasar as obras p/superfaturar as obras

    kkkkkkkkkkkkkk os caras do COI acharam q passar o reveillon e as olimpiadas no rio iam ser baratas ? tem poucos quartos ,ue tinha q ter visto isso antes de escolher o rio.

    • janca

      O setor hoteleiro certamente dará problemas, como já está dando. Apesar do aumento do número de albergues, ainda assim bem abaixo da demanda. Sobre atraso nas obras, sem comentários. Vide o que acontece na Copa.

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