Marin no Japão



O anúncio de José Maria Marin, que avisou na quinta passada que não será mais o chefe de delegação do Corinthians no Japão, só fará bem ao time paulista.

O presidente da CBF disse não ao convite, após tê-lo aceito há cerca de um mês, alegando ter sido “convocado” de última hora por Joseph Blatter para fazer parte da delegação da Fifa no Mundial de Clubes.

Vale lembrar, no entanto, que uma coisa não exclui a outra, pois como chefe de delegação Marin teria uma função diplomática, representando o Corinthians em eventos da Fifa e com patrocinadores, o que não atrapalharia que também tivesse um crachá da “família Fifa”. Ele não teria, necessariamente, que ter muito contato com Tite e seus comandados.

Mesmo assim, ainda mais depois da conturbada saída de Andrés Sanchez da diretoria de seleções da CBF, não seria recomendável ao Corinthians ter Marin como chefe de delegação. Acho que causaria embaraços desnecessários.

E sigo sem entender o porquê de o Timão tê-lo chamado para a função, mesmo com Andrés dentro da CBF, já que havia nomes melhores para representar o Corinthians e você não é obrigado a convocar o presidente da confederação ou o da federação estadual da qual seu time faz parte. Havia nomes melhores, nomes que fazem parte da história do clube, o que não é o caso de Marin.

Enfim, um convite desnecessário e que, “por sorte”, acabou rejeitado na quinta passada. Mesmo que vá sem um chefe de delegação, acho melhor do que ir representado pelo atual presidente da CBF.



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