Andrés de fora



O ex-presidente corintiano, escanteado por José Maria Marin e Marco Polo Del Nero, não terá poder de voto na escolha do novo técnico da seleção, assim como não teve na saída de Mano Menezes. Ficará de fora da decisão.

Andrés Sanchez insiste em dizer que foi voto vencido na demissão de Mano, mas na verdade nem chegou a votar. Pois não houve votação. Marin e Del Nero resolveram dispensar o técnico e apenas comunicaram Andrés da decisão.

O diretor de seleções da CBF, que virou uma rainha da Inglaterra, está mordido e humilhado. Cumpriu apenas a função de comunicar Mano, por telefone, que ele não fazia mais parte da confederação e já não era o treinador do Brasil.

Na discussão sobre o futuro técnico da equipe, Andrés não tem voz nenhuma e sabe bem disso. Para piorar, o grande trunfo que tinha _além de ser amigo de Lula e petista de carteirinha, podendo tentar reaproximar Dilma Rousseff e o governo federal da cúpula da CBF_, ele perdeu. Era a força com dirigentes de alguns dos principais clubes do Brasil.

Nomeado por Ricardo Teixeira, Andrés teve papel relevante na destruição do Clube dos 13, o que acabou fortalecendo a própria CBF. Não tem mais essa força. Mesmo no Corinthians fez seu sucessor, mas Mário Gobbi, o novo presidente, não acata tudo o que diz Andrés, que está cada vez mais isolado na CBF. O diretor de seleções deve estar com saudades do seu ex-chefe, hoje exilado na Flórida. Os dois já viveram dias melhores.



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