O Vasco de Dinamite



A oposição prepara novo cerco à administração de Roberto Dinamite. Além da queda de produção no Brasileiro, perdendo fôlego na disputa pelo G4, ela exige explicações sobre a falta de apresentação de projetos de reforma de São Januário, que seria a sede do torneio de rúgbi na Olimpíada de 2016.

Diante do que chama de “inércia de Dinamite”, o estádio vascaíno perdeu espaço para o Engenhão, que deve ficar com o rúgbi nos Jogos do Rio. Segundo a presidência, não haveria como adequar São Januário à prática do rúgbi em 2016 devido ao alto custo da reforma _estimada em 40 milhões por Dinamite. Conselheiros de oposição contestam as cifras.

Denúncias sobre atraso no pagamento de salários, que teriam atrapalhado o time no segundo semestre, também devem ser apuradas, assim como o balanço do ano passado, que segue contestado pelos oposicionistas.

Um dos mentores do projeto “Dinamite presidente”, José Henrique Coelho, hoje na oposição, insiste que se o balanço do ano passado tivesse sido apresentado por Eurico Miranda, com quem também não se dá, haveria gente “pedindo a prisão dele”.

Por falar em Eurico, aliás, ele segue no futebol, como representante informal dos clubes pequenos do Rio, para os quais não para de criticar a gestão de Dinamite, que ocupa a presidência desde 2008, tendo sido reeleito no ano passado para mais um mandato. Sobre uma possível tentativa de voltar a comandar o Vasco, o ex-presidente mantém silêncio. É o clube carioca entre a cruz e a espada. Ah! A falta que uma terceira tantas vezes faz…



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