Parceria no esporte



Itaú e BMG, duas instituições bancárias que investem forte no futebol, devem seguir no marketing esportivo, mas agora trabalhando também em conjunto.

É que o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) deu aval pra associação entre BMG e Itaú Unibanco, que montam uma instituição financeira para trabalhar com crédito consignado, ou seja, crédito com desconto em folha de pagamento.

A nova instituição, que levará o nome de Banco Itaú BMG Consignado, tem como uma das ferramentas pra divulgar sua marca e seu trabalho no setor de crédito o marketing esportivo.

Deve fazer parcerias no vôlei, basquete e especialmente no futebol, investindo em times de alguns estados brasileiros.

Vale lembrar que o BMG chegou a cogitar comprar os “naming rights” do novo estádio corintiano, mas depois desistiu das negociações alegando que dificilmente alguém o chamaria de BMGzão ou algo parecido e que o apelido “Itaquerão” ou “Itaquera” já estava cada vez mais consolidado.

Já o Itaú aposta muito na Copa de 2014 e na seleção brasileira e não descarta investir em esportes olímpicos com vistas aos Jogos de 2016, no Rio.



  • Alexandre

    Os bancos lucram tanto que investir no esporte é um jeito de dar retorno à sociedade. O ruim é banco que investe tudo no futebol e deixa pra lá os outros esportes olímpicos pq. são os outros que precisam mais.

    • janca

      Mas não é questão de quem precisa mais. É questão, também, de visibilidade e retorno de mídia. E o futebol ainda dá mais _ou tende a dar mais.

      • Tiago

        Patrocínio de empresa não é caridade.

  • Alexandre

    Acho que vi no seu blog que o Maracanã não deve vender os naming rights. Todo mundo fala do Corinthians, acho que não vai conseguir vender os naming rights. Se fosse já teria vendido. Apelido pegou, duvido se o Itaú comprar que alguém chame o estádio de “arena do Itaú” ou “arena Itaú”. “BMGzão” é mais simpático, porém Itaquerão é melhor, mais popular.

    • janca

      Pelo edital de concessão quem ficar com o Maracanã não poderá vender os direitos de nomear o estádio, o que acho correto. No caso do Corinthians é diferente, o nome Maracanã faz parte da nossa história, é muito diferente de Itaquera, Itaquerão ou Fielzão, apelidos dados ao estádio que nem pronto está. Antes também achava que quem fosse nomear o estádio corintiano não conseguiria vê-lo chamado pelo nome que receber, hoje mudei e acho que sim. Até a mídia deve chamá-lo pelo novo nome (incluindo o do detentor dos “naming rights”, portanto) como se faz na Europa e nos Estados Unidos, aliás.

      • Tiago

        O Corinthians vende a hora que quiser, o problema é vender por quanto está querendo. Achava que ia aparecer uma empresa interessada pra pagar 400 milhões de reais e não conseguiu. As pessoas esquecem que o Andrés falava em 400 milhões de reais no final do ano passado e esse ano a inflação voltou.

        • janca

          Não conseguiu ainda, se bem que o preço pode diminuir, o preço não está fechado, não. E de fato a inflação está voltando, embora ainda camuflada. A gasolina, por exemplo, ainda não subiu como a Petrobras gostaria…

      • William Martins

        A mídia chamar um estádio ou evento pelo nome de marca é impossível no Brasil.

        A Globo chama a Red Bull Racing F1 de RBR só pra não citar a marca. Quem borra a imagem dos patrocinadores ou inverte nas coletivas de imprensa…

        O único meio de comunicação que eu vejo citar os nomes por completo é a Fox Sports, Barclays Premier League, Serie A Tim, Copa Bridgstone Sulamericana e assim vai…

        Não vejo a Globo chamar o estádio do Atlético-pr de Kyocera arena.

        Investir no esporte no Brasil tem esse risco.

        • janca

          Não acho tanto. De fato não vi ninguém se referindo ao estádio do Atlético-PR como Kyocera, sempre foi Arena da Baixada. Mas diz o Corinthians que tem acordo com a Globo pra chamar seu estádio pelo nome de quem comprar os famosos “naming rights”. Vamos ver se pega e cai no gosto popular. É uma aposta de risco. Até hoje não vi ninguém chamando a Libertadores de Santander, tanto que o banco não deve mesmo mais ter seu nome acoplado ao da competição, embora vá continuar patrocinando o torneio. É um risco mesmo, o que pode colocar o valor pra baixo. Aguardemos…

  • Tiago

    Janca, fazia um tempo que eu não comentava mas tenho acompanhado quase sempre o blog. Que saco que você tem de responder os comentários de palmeirenses e corinthianos. Acho que vai sobrar pra sua Lusa, porque o Bahia tem muita força, torcida gigantesca. Se cair o Bahia por causa do gol de mão do Barcos acaba o Brasileiro.

    • Tiago

      Sei que a discussão é como o gol foi anulado, você falou isso várias vezes, mas muita cara de pau do Barcos ter metido a mão na bola e saído comemorando. Com as imagens o STJD pode punir. Ou não? R49 não foi punido com um jogo por “suposta” tentativa de falta? Nem amarelo recebeu.

      • janca

        A Lusa que abra os olhos _rs. Mas no caso do Barcos acho duas coisas: tem que ser apurado, independentemente de o gol ter sido marcado com a mão, como ele foi anulado, e o argentino merece punição pela simulação. O árbitro não o puniu porque teve uma atuação desastrosa em campo. Esse foi mais um erro da arbitragem.

  • Claudio

    Esse BMG virou praga nas camisas de times brasileiros..Na seré A tem varios…

    • janca

      Tem mesmo uma série de clubes com patrocínio do BMG. O bando até chegou a cogitar recuar na estratégia de associar sua marca ao esporte, mas depois vltou atrás e segue investindo. Não sei até quando, mas segue…

  • Leandro

    Se BMGzão não rolou, quem sabe Itauzão?

    R$ 400 Milhoes é barato para por nome no estádio do Corinthians. rs

    • janca

      Alguns acham barato, ainda mais tendo em vista que será o palco da abertura da Copa, outros acham muito alto e há quem cogite, até mesmo no Corinthians, a trabalhar com valores mais reduzidos na casa dos 200 milhões a 300 milhões de reais. Como costumo dizer, aguardemos as negociações. Acredito que não teremos novidades até o fim do ano e que o acerto ficará pra 2013, se bem que nunca se sabe. Mas que o Corinthians já esperava ter vendido, esperava, sim, conforme o próprio Andrés Sanchez já admitiu.

  • NÃO ENTENDO O DESESPERO DO CORINTHIANS EM VENDER O NOME DO ESTÁDIO MESMO PQ O ESTÁDIO SE PAGA, SE O PACAEMBU JÁ DA 40 MILHÕES DE REAIS POR ANO PARA O TIMÃO, AGORA COM ESTÁDIO PRÓPRIO ESTE NÚMERO PODE DOBRAR. HAJA DINHEIRO MINHA NOSSSAAAA SENHORA. É MUITA CHORADEIRA DE DIRIGENTES!

    • janca

      Não é tão fácil administrar um estádio, não, tanto que hoje acabaram adotando o conceito de arena. Veja o caso do Engenhão, por exemplo, que a Prefeitura do Rio repassou para o Botafogo (a administração) a preço de banana. E do próprio Maraca, que o governo do Rio se considera incompetente, pelo jeito, pra gerir, tanto que vai fazer concessão pra iniciativa privada, Diego.

  • Francotimão

    O patrocinio no futebol tornou-se uma coisa absolutamente imprescindivel, o patrocinio master na camisa ainda é uma fonte importante pros clubes e não da pra abrir mão deste expediente, ao menos aq no Brasil…abs!!!!!!!!!!!!!

    • janca

      Tornou-se sim. Mas o Corinthians há mais de seis meses tem sobrevivido sem ele, embora não abra mão de tentar vender o espaço na camisa. É que há setores do clube que discordam do marketing, que chegou a cogitar _e até agora não conseguiu_ vender espaço para um parceiro máster por 50 milhões de reais por ano. Abs.

      • Francotimão

        Vdd Janca, só não ficamos com o mico na mão, porq o time e a torcida tem respondido positivamente, abs!!!!!!!

        • janca

          E também por conta do Fiel Torcedor, um programa que pode e deve ser melhorado, mas que tem seus méritos, Frando. Abs. Janca

  • Vaz

    O futebol brasileiro não consegue patrocínios respeítaveis (nem de um poderoso Itaú/BMG que vão pagar migalhas) e mesmo ser vendido ao exterior o que seria desejável por inúmeras razões que passam por falta de seriedade, respeito ao público seja ele de onde for e principalmente os desmandos e acusações de corrupção e manipulação que os maiores interessados que são os próprios clubes insistem em transformar nosso futebol. Quem gostaria de patrocinar farsas, jogos que não valem, simulações e falcatruas.

    Uma companhia árabe (ETIHAD) paga ao Manchester (em extensão ao patrocínio do time) pelo nome do estádio algo em torno de 550 milhões (150 milhões de libras) e mais 150 milhões (45 milhões de libras) pelo uniforme aqui nos contentamos com 30 paus e soltam rojão. Como cobrar mais diante deste cenário horroroso?
    Campeonato Espanhol é vendido por quase 1 BI de Euros aqui os caras devem tanto que sai por 300 milhões de Reais (que os clubes já estão devendo mesmo antes do campeonato começar) e aí é culpa da Globo que massacra os times. Coitadinhos todos santos. Pagar mais para que? Para assistirmos a este espetáculo dantesco. Como dizem os próprios dirigentes: o título do outro não vale porque os juizes ajudaram, é roubado, compraram a CBF, é influência e depois querem que o patrocinador apareça.

    Qualquer pessoa em sã conciência associaria uma marca multinacional a isto que está aí?

    A situação do Palmeiras e Internacional é o mais recente escândalo que justifica o pouco valor do futebol no mercado (por esta razão preferem patrocinar o atleta).
    Agora vão usar o que não consideram válido (uso de recursos externos ao campo como imagens de TV) para validar (o suposto uso de imagens de TV) o que não vale (que teriam usado imagem de TV para anular o gol o que não pode). Confuso não é? Vamos explicar para o “gringo” que lei aqui vale mas não vale ou melhor: tem lei que pega e tem lei que não pega.

    Sem contar o imenso tapetão voador que estão armando (não teremos datas para um novo jogo, e nas possíveis jogadores estarão em suas seleções ex. Inter o maior prejudicado nesta situação). Alguém que cair no final do campeonato em razão deste resultado de novo jogo (se perder tudo bem se o Palmeiras ganhar…..) não vai aos tribunais? Vai amargar segundona e não recorrer na Justiça Comum? Prejudicados não irão nem querer saber de sanção ao Brasil por parte da FIFA, da CBF, do STJD e por aí vai, uma coisa vão garantir: melar campeonatos até resolverem a situação.
    Por esta razão que a coisa caminha para um imenso tapetão.

    Não é a toa que a data foi bem escolhida para a decisão de suspender o resultado; O dia das Bruxas. Perfeito já que aqui no futebol brasileiro anda a solta a pelo menos uns 100 anos.
    Como gostaria de comentar aquele jogão e não parecer pessímista que só vê as coisas erradas. Tento mais não dá, eles não deixam. Como disse hoje o seu parceiro de blog’s Benja, estamos comentando STJD, árbitro, recursos, gol de mão, desonestidades gerais mas tenho esperança que domingo o grau de escândalos seja menor e possamos ao menos terminar mais um campeonato que não valeu (pelo menos para os 19 que não vão ganha-lo)

    • janca

      Um dos motivos para não termos patrocínio forte sem dúvida está nos problemas de administração dos principais clubes brasileiros, que são geridos como um negócio amador. Falta credibilidade e um plano de gestão.

  • se tem um clube no momento que tem que pedir alto é o corintians. se continuar sendo dirigido profissionalmente e voltado pra sua torcida,se paga. nao tem que aceitar uma proposta muito menor do que ele pode gerar .todo acha lindo o barça nao ter patrocinio, e aqui ficam achando que o corintians ta pedindo muito? precisa inverter esse marketing, afinal é o clube que gera audiencia e patrocinio e nao o contrario

  • César

    Acho legal a iniciativa dos dois Bancos,

    É claro que cada esporte vai receber a atenção que pode voltar em beneficio dos Bancos, afinal, Banco é movido a lucro e não a aperto de mão.

    Mas sobre o estádio e patrocínio master corintiano, eu acho que a diretoria está certa.

    Vi nos balancetes que em 2006 o Corinthians ganhava 25 milhões com direitos de transmissão da Globo e esse ano fecha em 125 milhões.

    Os
    Eu acho uma tática válida para valorizar a camisa e marca Corinthians, pois os títulos e boas campanhas estão acontecendo, a torcida está indo aos jogos, bombando a audiência e a estrutura do clube está cada vez mais invejável.

    Os “naming rights” por 400 milhões é uma pechincha, lembremos que o patrocinador que comprar os direitos terá a marca exposta para o mundo todo durante a abertura da Copa do Mundo.

    Quem quiser, pague, quem não quiser não pague.

    E sobre a arbitragem é aquela velha história: Quem tem time e está bem, está ótimo. Pra quem está caindo o choro é livre, sempre foi assim.

    • janca

      Uma pechincha também não é, César, se fosse o Corinthians já teria vendido os “naming rights” e mesmo o patrocínio máster. Bem ou mal já são mais de seis meses sem, o que mostra que, por mais valorizada que esteja a camisa, até agora ninguém se interessou a pagar o que o Corinthians está pedindo. Tanto que há no clube setores que defendem que o clube diminua a pedida, que chega à casa dos 50 milhões de reais por ano. Abs.

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