O patrocínio do Corinthians



A falta de um parceiro principal que estampe sua marca na camisa corintiana segue causando discussão no Parque São Jorge.

A cúpula de marketing do Corinthians, que é encabeçada pelo economista Luís Paulo Rosenberg, ainda fala em conseguir um patrocinador máster que pague entre 45 milhões e 50 milhões de reais por ano, quase o dobro do que recebe o São Paulo com a Semp Toshiba. Um grupo de conselheiros, no entanto, acha que o pedido é excessivo, o que explicaria o fato de o clube estar sem um parceiro principal há mais de seis meses e defende redução no valor para 30 milhões a 35 milhões de reais.

Com Ronaldo no Parque São Jorge a Hypermercas pagava cerca de 35 milhões de reais, valor que, segundo a diretoria de markting, teria ficado defasado com a conquista da Libertadores, em julho, e a vaga no Mundial de Clubes da Fifa.

O assunto, que está nas mãos da presidência, deve voltar a ser discutido até o final da semana, bem como a venda dos “naming rights”, direito de nomear o estádio que está sendo construído em Itaquera. O Corinthians esperava vendê-los até o final de fevereiro, mas ainda não o fez. Não há um consenso interno sobre o valor, que oscilaria de pouco mais de 200 milhões a cerca de 400 milhões de reais. Vale lembrar que a arena em Itaquera, que deve consumir 890 milhões de reais, será palco da abertura da Copa de 2014, o que tende a valorizar o estádio.



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