Dia sim, outro também



É impressionante a vontade que Neymar tem de defender tanto Santos quanto a seleção, jogando o máximo que pode pelos dois.

Na terça jogou _e bem_ contra o Japão, na Polônia, dia seguinte já estava em campo de novo, na Vila, contra o Atlético. E que atuação de gala!

Só gostaria, no entanto, de fazer um adendo. Muricy Ramalho insiste que nunca deixariam Neymar jogar se não estivesse em condições _e ontem ele mostrou que estava_, mas tenho uma visão diferente da do treinador. O excesso de jogos do atleta, algumas vezes atuando dois dias seguidos e em países diferentes, pode não prejudicá-lo agora, mas atrapalhar sua carreira lá na frente. Não sei se estão pensando nisso, imagino que não. Ele ainda é muito jovem, mas daqui a (poucos) anos, quem sabe?, não comece a sofrer as consequências daquilo a que se submeteu em seus primeiros anos como profissional do Santos e da seleção.

Tenho minhas dúvidas. Não é só a bola que pune, não. E nesse sentido temo pelo Neymar que, por mais que queira, não pode seguir jogando um dia sim, outro também



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