Antes tarde…



É, antes tarde do que nunca. Que diferença faz Kaká na seleção, não?

Tudo bem, podem dizer que o Iraque não serve como parâmetro e concordo, mas o Japão, que na semana passada bateu a França, já serve. E Kaká foi bem nos dois jogos, dividindo a atenção da marcação adversária com outros jogadores, caso do próprio Neymar, Hulk, ainda temos o Oscar, que está em grande fase…

Demorou pra Mano Menezes perceber que errou ao assumir a seleção em 2010 e descartar tudo o que havia sido feito até aí, jogar no lixo a geração anterior. Porque a geração anterior ainda é atual.

Kaká, com toda a sua experiência, pode ser um diferencial para o Brasil, assim como eu não descartaria um Ronaldinho Gaúcho, um Robinho e, se querem saber, nem o Dida, goleiro da Portuguesa que, com 38 anos, ainda pode contribuir para a seleção.

E para o gol ainda acho que aquele que está em melhor fase é Diego Cavalieri, do Flu, e não deve ser esquecido um Rogério Ceni, do São Paulo, que voltou de contusão e tem jogado muito nos últimos jogos, embora nunca tenha repetido com a camisa do Brasil o sucesso que faz com a do clube do Morumbi.

Paulinho é outro que tem surpreendido positivamente, assim como Hulk, ambos méritos de Mano, mas cadê o Fred no ataque?Pelo que tudo indica será chamado dia 30 para disputar o amistoso em 14 de novembro, nos Estados Unidos, contra a Colômbia. Até que enfim… Espero que a convocação se confirme.

Demorou, mas aos trancos e barrancos dá pra ver uma luz no fim do túnel. O que não dá é pra seguir acompanhando a seleção em estádios vazios, como hoje, na Polônia, e na semana passada, na Suécia. Não é que na Suécia, para o jogo contra o Iraque, mais de 6 mil lugares ficaram vazios? E jogamos num estádio acanhado, com capacidade para 21 mil torcedores, 5 mil dos quais têm de acompanhar os jogos em pé. Assim é complicado. A seleção tem que ser mais bem tratada…



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