Os adversários do Brasil



Uma pena que a seleção esteja enfrentando adversários tão fracos, como África do Sul, China e agora Iraque, mas continuo achando a nova safra de jogadores muito boa, com um tremendo toque de bola. O que faltava e espero que Mano Menezes reveja seus conceitos nesse sentido era a presença de jogadores mais experientes. Contra os iraquianos, na Suécia, lá estava Kaká.

Tudo bem, parecia coletivo, um ataque contra defesa, mas Kaká fazia falta à seleção. Como fazem falta outros atletas de nível que não têm sido chamados por Mano, como não vinha sendo Kaká. Sinto falta de um Luís Fabiano, um Fred, um Diego Cavalieri, pra mim, insisto, o melhor goleiro brasileiro na atualidade.

Jogadores nós temos _e de sobra. Adversários, pelo jeito, não, com a seleção “vendida” a uma empresa estrangeira que negocia um amistoso pior do que o outro. Pegar o Iraque, na Suécia, num estádio para 21 mil pessoas e que nem lotado ficou é demais. Coisas de dona CBF.

Pelo menos o próximo jogo será contra a Colômbia, nos Estados Unidos, em 14 de novembro. Colômbia que ocupa o segundo lugar na disputa das eliminatórias sul-americanas e vem jogando muito bem. Isso se antes não pegarmos a Argentina, decidindo o Superclássico das Américas, decisão que até agora não aconteceu por conta do apagão na cidade de Resistência. Mas será que teremos jogadores para o jogo contra a Colômbia? Os europeus não querem liberar, devido à distância. E os brasileiros? Na reta final do Brasileirão fica difícil, ainda mais se o jogo contra a Argentina for mesmo remarcado para 7 de novembro. Ainda faltam planejamento e bom senso a nossos dirigentes. E como faltam…



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