O Palmeiras e Cavalieri



Algo que não entendo é como o Palmeiras deixou escapar Diego Cavalieri sabendo que Marcos estava prestes a se aposentar. Hoje no Flu, o goleiro pode até frangar contra o Botafogo que segue, a meu ver, o principal jogador na sua posição no Brasileiro.

O Palmeiras carece de um goleiro experiente. Eu gostava de Deola, que acabou encostado por Luiz Felipe Scolari e emprestado ao Vitória-BA. Bruno é um bom goleiro, mas não sinto que passe a tranquilidade necessária à zaga.

Depois de duas vitórias seguidas no Brasileirão, o Palestra foi engolido pelo São Paulo, no Morumbi, jogando muito pouco futebol, bem abaixo de suas possibilidades, como fez em diversas outras oportunidades neste campeonato. Segue na zona de rebaixamento, a seis pontos do Coritiba _quando Gílson Kleina assumiu o time a distância para o primeiro time fora do Z-4 era de oito pontos. Os dois se enfrentam na próxima rodada, confronto direto entre dois times seriamente ameaçados pela degola.

Punido com a perda de quatro jogos como mandante, o Palmeiras vai jogar em Araraquara, diante de uma torcida “diferente”. Pode ser uma boa, fugir um pouco da pressão, se bem que tenho minhas dúvidas se dá pra fugir da pressão agora. O campeonato entra na sua parte final, faltam só dez rodadas para o time se recuperar e evitar a volta à Série B.

Ah! No clássico do Morumbi o que lamento, mais uma vez, é ver a simulação de jogadores que é um dos males de nosso futebol. Luís Fabiano foi atingido por uma bola chutada contra ele pelo palmeirense Henrique. A bola não atingiu seu rosto, mas ele se jogou no gramado e fingiu que havia machucado o rosto. Nada. Amarelo só para o atleta rival. Não deveria ter sido assim, mas o juiz, pelo jeito, não percebeu a simulação do artilheiro são-paulino. Uma pena.



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