Liquidação total



Saudável a iniciativa do Santos de reduzir o preço dos ingressos para o jogo de hoje, contra o Internacional, para até 1 real. Vale o saldão para sócios, que ainda podem comprar outra entrada para acompanhante pelo mesmo valor. Os 6 mil donos de cativas e camarotes têm o mesmo direito.

Não é a primeira vez que o Santos, que hoje atua na Vila, faz isso, já havia feito no jogo contra a Lusa, que foi num sábado à noite. É uma forma de atrair público, valorizar a torcida e não deixa de ser uma estratégia de marketing.

Contra a Portuguesa Neymar não jogava, foram quase 20 mil pessoas ao Pacaembu. Contra o Inter, na Vila, Neymar novamente não joga, está suspenso pela expulsão _a meu ver injusta_ na partida contra o Grêmio, domingo passado. O Santos bem na tabela tem um preço, o Santos mal, como está hoje, lutando para se distanciar o rebaixamento, tem outro. A apresentação do Santos com Neymar vale x, sem o craque, y.

O Palmeiras, que segue na zona de rebaixamento, fez o mesmo, reduzindo o valor das entradas para 20 reais no jogo contra a Ponte Preta, no Pacaembu, que esteve bem cheio no sábado passado. A torcida compareceu, empurrou o time e viu a vitória por 3 a 0 e a ótima atuação de Barcos.

O preço do espetáculo tem que ser variável mesmo. Quanto vale o show? Depende. O que não dá é pra cobrar uma futura e oferecer condições lamentáveis ao torcedor, que muitas vezes não tem onde parar o carro, enfrenta problemas para chegar ao estádio e mal encontra bilheterias abertas, tendo que pegar filas grandes e pagar caro por lugares ruins no estádio. Depois volta e meia vemos o Engenhão vazio e o Morumbi também e não sabemos o porquê. Não deve ser o caso de hoje, claro. Os clássicos carioca (Fogão e Fluminense) e paulista (São Paulo e Palmeiras) prometem. Boa rodada a todos, Janca



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