Desvalorização total



A seleção brasileira tem sido cada vez mais maltratada pela CBF, que aceitou a imposição da AFA, a Associação de Futebol Argentino, de realizar o “Superclássico das Américas” num estádio sem condições e numa cidade minúscula e sem estrutura como Resistência. Tudo por motivos políticos, a mando do governo da presidente Cristina Kirchner, que tem interesses na região.

Por problemas na iluminação, o jogo simplesmente não aconteceu. Viagem à toa. Mas não foi só isso. O Brasil teve de treinar por aqui já que lá não havia condições. Desfalcou os times nacionais mais uma vez para uma partida que não aconteceu. E agora Mano Menezes lamenta que o jogo foi cancelado, mas antes havia dito que o confronto podia confundir a cabeça do torcedor, lembrando que o Brasil não estava com a seleção principal, apenas com os jogadores que atuam no país. Esqueceu de dizer que o mesmo ocorria com os argentinos.

O que resta agora? Nova viagem para jogo na semana que vem, na Suécia, contra… Bem, contra o Iraque. E na semana seguinte novo desafio: na Polônia, contra o Japão. Depois não entendem, com adversários como estes, o que acontece com o Brasil, que só cai no ranking da Fifa, batendo recorde negativo após recorde negativo. Já somos os décimos quartos colocados, o buraco não tem fundo.

Parece ter boa dose de razão o presidente do Santos, Luís Álvaro, ao dizer que Neymar parece jogador da seleção emprestado ao Santos, que paga seu salário, e não o contrário. Se fosse para ceder o atacante para amistosos de verdade, como fazem outras seleções, tudo bem, mas para pegar Iraque e Japão e não enfrentar a Argentina parece brincadeira. De muito mau gosto. Já trataram melhor a amarelinha. E ó que 2014 está logo aí.



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