Dilma em campo



Dilma Rousseff tem apoiado as declarações de Aldo Rebelo, ministro do Esporte, que já se manifestou mais de uma vez contra os “mandatos eternos” para dirigentes de federações e confederações.

A ideia da Presidência da República é que, a fim de continuarem recebendo dinheiros públicos, as entidades mudem seus estatutos permitindo no máximo uma reeleição ao seu mandatário.

Dirigentes esportivos alegam que o estatuto é uma questão interna de cada associação e vêem na intenção do governo uma espécie de intervenção e desrespeito à sua autonomia, o que feriria a Constituição.

Acho que cada entidade pode se organizar do jeito que achar melhor, mas para receber verba pública deveria obedecer a determinados critérios, inclusive o limite de reeleição. Não são raras confederações e federações com presidentes eleitos nos anos 80 ou 90.

Como a CBF não recebe dinheiro público, ficaria de fora da questão. Mas acho que não deve e pode entrar no debate, já que administra um dos maiores patrimônios nacionais, a seleção brasileira de futebol, tratando-a como um produto privado, quando não é. Ou não deveria ser.

Se forem adiante com a luta pela rotatividade no poder e o limite a reeleições nas confederações e federações esportivas, tanto Aldo Rebelo quanto Dilma Rousseff podem marcar um gol. De placa.



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