Sobra de ingressos



E não é que teriam sobrado mais de 300 mil entradas para jogos de futebol na Olimpíada londrina? Segundo o Comitê Organizador Local, comandado por Sebastian Coe, trata-se do esporte com mais ingressos disponíveis para quem quiser ver os Jogos, cuja abertura oficial acontece na sexta.

Para a assessoria de comunicação do COI, um dos problemas é o fato de as seleções não serem as principais de seus países, mas todas elas sub-23, com no máximo três atletas com mais de 23 anos.

Mesmo assim, como a próxima Olimpíada será no Brasil, o país do futebol e único pentacampeão mundial, o COI espera que no Rio os ingressos se esgotem antes do início dos Jogos. Duvido. Para os jogos do Brasil, talvez, mas para os demais, com equipes fracas pipocando pra tudo quanto é lado, sobrarão entradas.

Em Londres, os brasileiros, que nunca ganharam o ouro olímpico no futebol, entram como favoritos. Seus dois principais adversários tendem a ser espanhóis e uruguaios, que voltam aos Jogos pela primeira vez depois de 1928, quando conseguiram o bicampeonato olímpico. O México também pode ser um bom adversário. Já a Grã-Bretanha, pelo que vimos do amistoso contra o Brasil, é fraquinha, fraquinha, fraquinha e pode ter dificuldades ainda na primeira fase.



  • Fora Nuzman – ditador, corrupto e incompetente

    Está no blog do Alberto Murray:

    Mais De R$ 2 Bilhões De Dinheiro Público São Investidos No Esporte Olímpico No Ciclo Pequim/Londres. E O Comitê Olímpico Brasileiro Já Prepara O Discurso.
    julho 21, 2012

    O Governo Federal do Brasil investiu no esporte olímpico, no ciclo Pequim/Londres cerca de R$ 2,1 bilhões. Isso mesmo. Mais de dois bilhões de Reais. A conta é a seguinte, conforme informa Gustavo Franceschini em matéria publicada no UOL em 16 de julho:

    – Lei Piva = R$ 550 milhões;
    – Empresas estatais = R$ 520 milhões;
    – Ministério do Esporte = R$ 644 milhões;
    – Renúncia Fiscal = R$ 433 milhões.

    Em tese tudo isso foi aplicado na preparação dos atletas. Em tese, porque sabe-se lá que outras finalidades tiveram esse dinheirão. Serviram para pagar altos salários, contratação de consultorias no país e no exterior, hotéis e viagens de dirigentes e outras coisas.

    E o Comitê Olímpico Brasileiro tem a ousadia de dizer-nos que espera de Londres performance
    similar à de Pequim. O volume de investimentos públicos no esporte olímpico brasileiro praticamente dobrou do ciclo anterior para este. E se não é escárnio, é incompetência, má gestão, reconhecer que não se avançará muito em resultados. Para justificar tantos investimentos públicos, não bastaria melhorar pouco. Teríamos que observar resultados muito melhores.

    Percebam como o discurso do COB já está devidamente pausterizado e envasado para ser enfiado na goela dos brasileiros. Há muito Nuzman vem tentando desviar o foco de Londres 2.012, dizendo tratar-se esse torneio como preparação para Rio 2.016 quando, aí sim, vamos botar
    para quebrar. Atentem que, depois de Londres, a patota olímpica baterá muito nessa tecla. Falará em semi-finalistas, finalistas etc.

    Nuzman diz que vai fazer em quatro anos, aquilo que teve dezessete anos para fazer. É
    bobagem, retórica, papo furado e factóide dizer que daqui até 2.016 o Brasil dará um enorme salto de qualidade. Não vai. Para construir-se uma geração olímpica vencedora leva-se, em média, doze, quatorze anos para países que já possuem consolidada uma base esportiva, nas
    escolas, nas universidades, nos bairros, nos clubes. O Brasil sequer o seu modelo esportivo achou ainda.

    Depois dos Jogos de Londres, seja lá quais forem os resultados, os poderes da República e a sociedade devem debruçar-se sobre esses números e avaliar se os recebedores desse dinheiro e
    que o administra, entregaram o que deles se esperava. Com dinheiro público não se brinca.

    Ah, neste ciclo olímpico o Comitê Olímpico Italiano, o CONI, um dos mais ricos e poderosos, teve um orçamento de “apenas” pouco mais de R$ 1 Bilhão.
    http://albertomurray.wordpress.com/

    • janca

      O grave é o esporte olímpico continuar mamando nas tetas do governo. Deveria buscar mais alternativas na iniciativa privada, mas segue fazendo isso de maneira tímida. E se conseguir mais de 15 medalhas em Londres vai ser a festa (para o COB). Assim vai tentar justificar a enxurrada de dinheiro. Se não conseguir, pode dizer que está plantando pra colher no futuro… E a gente finge que acredita…

      • Fora Nuzman – ditador, corrupto e incompetente

        Exato Janca. Permita-me postar novamente o que escrevi no tópico anterior, quando você iniciou este novo.

        Nuzman é o maior corrupto, ditador e incompetente da história do esporte brasileiro… e a presidente Dilma não faz nada para acabar com a corrupção no COB. Se ela quisesse, mudaria a lei e botava ordem no COB, mudando toda a sua estrutura e dirigentes.

        Janca, em 1996 (Atlanta) o Brasil conseguiu 15 medalhas, ou seja, o desempenho do país nas Olimpíadas não evolui e o esporte em massa no Brasil tem décadas de atraso.

        E se o Brasil ganhasse 30 medalhas nessa Olimpíadas, seria ilusão, pois o que interessa é o acesso do povo à prática do esporte, que deveria estar ligada à educação e ao desenvolvimento dos jovens, além do esporte como lazer e bem-estar social.

        O governo não obriga o COB a divulgar a folha de salários como está na lei. Estima-se que sejam salários acima de 100 mil reais, pagos com dinheiro público.

        O Nuzman não explica o superfaturamento do PAN.

        Os depoimentos do Sr. Alberto Murray no congresso nacional parece que não deram em nada.

        Pelo jeito o Nuzman só vai sair do COB quando morrer. Já fez mais de 70 anos e como ele mesmo dizia, deveria ter saído do cargo.

        O desempenho do Brasil nas Olimpíadas continua a mesma coisa de 20 anos atrás. Esse inútil dirigente prometeu melhorar o esporte no país e não fez absolutamente nada isso.

        Até quando o Nuzman e sua corja de corruptos do COB continuarão enriquecendo com dinheiro público? As denúncias estão escancaradas.

        Somos “quase” todos omissos, governo, imprensa, povo. Há exceções, a ESPN denuncia constantemente a corrupção no COB, além de alguns bloqueiros, como Juca Kfouri, Paulinho, você e alguns outros, mas é pouco. E o sr. Alberto Murray (do COB) é um exemplo no combate à corrupção do COB, deveria ter mais apoio por parte da imprensa.

        Como você mesmo disse noutro dia, a imprensa e todos se preocupam demais com o futebol e deixam de lado muito assunto importante.
        Abraços…

        • janca

          Mas eu continuo dizendo que o caso do Nuzman é diferente do do Teixeira quando havia uma série de acusações sobre ele, Teixeira. Havendo contra o Nuzman elas têm que ser colocadas e apuradas. E em relação à rotatividade de poder no COB, algo que não existe, em relação aos gastos do Pan, o orçamento foi mulplicado por dez e o legado reduzido, em relação ao que se faz com o dinheiro público que sustenta o comitê, sou a favor de uma reavaliação de tudo, ja deixei claro meu ponto de vista, não concordo com a forma como o esporte olímpico é conduzido no país. Mas ainda acredito que em algum momento, como citei outro dia, o foco vai se voltar ao COB, já que o brasileiro e a própria imprensa esportiva ficam muito ligados no futebol, na CBF, na Copa de 2014, só que depois tem a Olimpíada do Rio e o foco uma hora vai ter que mudar. É o que eu espero… Por uma política esportiva diferente da que temos hoje. E por um comitê olímpico que não seja sustentado com dinheiro público como hoje é e que parta para trabalhar com a iniciativa privada, algo, aliás, que a CBF pelo menos faz. Abs.

      • Alberto Pereira

        O comentário é incoerente, quando exige melhores resultados por ter gasto mais dinheiro, e logo abaixo reconhece que demora de 12 a 16 anos para formar uma geração olimpica! As coisas funcionam assim, em quase tudo, primeiro se gasta dinheiro, e se o dinehiro for bem aplicado, depois vêm os resultados. E caro Janca, se o time de futebol do Fla não consegue arrumar um patrocinador, vc acha que a fereração de arco e flexa vai arrumar o quê? Tem que ser sim, com o incentivo do Estado, e com educação e saúde, para sairmos desse estágio.Abs.Alberto.

        • Fora Nuzman

          O problema é que no caso do COB o dinheiro público é praticamente jogado fora. O dinheiro é gasto com altos salários (acima de 70 mil), viagens e mordomias, sobra muito menos do que deveria para o esporte. Existe muito dinheiro e não existe resultados. Por que será que o COB faz de tudo para impedir a publicação da folha salarial?

          http://albertomurray.wordpress.com/
          Altos Salários do Comitê Olímpico Brasileiro São Pagos Com Dinheiro Público.
          julho 4, 2012
          Hoje Carlos Nuzman esteve em Brasília D.F., acompanhado de assessores, para uma audiência pública da Câmara dos Deputados. Estou fora do Brasil. Nem bem acabou a sessão amigos e companheiros de luta pela transparência no esporte ligaram-me para relatar os acontecimentos.

          Ao contrário das outras vezes, em que os ouvintes era obrigados a escutar longos, exaustivos e inúteis discursos da cartolagem, dessa vez, o encontro foi produtivo.

          E graças a boa atuação do Deputado Romário que fez perguntas corretas, precisas. Foi em uma resposta dada ao Deputado que a cúpula do Comitê Olímpico Brasileiro admitiu que os salários pagos aos seus executivos não estão na prestação de contas “on line” ao TCU. Admitiram que utilizam dinheiro do povo para remunerar executivos de uma entidade que insistem chamar de privada, qual seja, o Comitê Olímpico Brasileiro. Leiam o artigo de José Cruz, em seu Blog, que muito bem trata do assunto.

          Segundo fui informado, as perguntas do Deputado Romário criaram grande e visível constrangimento na diretoria do Comitê Olímpico Brasileiro. Nuzman, intensificando seus tiques, mostrou absoluto desconforto.

          Quem me acompanha sabe que, para mim, isso não é novidade. Sempre denunciei neste espaço que os altíssimos salários pagos pelo Comitê Olímpico Brasileiro a seus superintendentes e diretores contratados é feito com recursos públicos. Jã discorro sobre o assunto em programas de televisão e em artigo publicado na Folha de São Paulo.

          Um dos erros mais graves do Comitê Olímpico Brasileiro foi inflar a valores estratosféricos a sua folha de pagamentos. Já provamos e comprovamos que cerca de metade do que arrecada o Comitê Olímpico, é gasto em sua própria burocracia. E, por essa razão, sobra menos para as Confederações, para os atletas.

          É uma inversão de valores o dinheiro público sustentar salários muito altos de seus executivos, com dinheiro público, muito mais do que ganham a Presidência da República, Ministros de Estado, Ministério Público, Magistrados e Procuradores.

          Tomara que agora essas autoridades voltem-se para essa séria questão.

          Um Comitê Olímpico que vive de dinheiro do povo para satisfazer seus próprios caprichos, não pode se dizer, juridicamente, entidade privada. Perde essa condição, do ponto de vista legal. E mais do que isso, vários de seus serviços contratados com terceiros, também pagos com dinheiro do povo, tais como jurídicos, consultorias, contábeis e outros NÃO são feitos por licitação pública, como os obriga o Decreto regulamentador da Lei Piva.

          É certo que agora o Comitê Olímpico Brasileiro colocará seus lobistas e serviçais para abafar esse escândalo, no Congresso Nacional e na imprensa. Mas que eles não sucumbam às pressões implacáveis da trupe do Comitê Olímpico Brasileiro. Que a imprensa denuncie esse fato. E que as autoridades competentes investiguem.

          • Fora Nuzman

            O Brasil deveria seguir o exemplo de países que são as potências olímpicas e adaptar os projetos ao nosso país.

            O problema é que no Brasil há muita corrupção, má vontade e desperdício do dinheiro público.

            Raramente temos um tenista entre os 30 primeiros do ranking. Por que não existem quadras de tenis públicas no Brasil? Não é por falta de dinheiro e sim falta de boa vontade. Quem quer faz acontecer. Quantidade faz qualidade.

            Um exemplo: Sorocaba, no interior paulista tem 100 km de ciclovias. Por que outras cidades não tem? Mas Sorocaba não tem nenhuma quadra de tenis pública, apesar de ter espaço vago em vários parques da cidade.

        • Alexandre

          O Nuzman já está há 17 anos à frente do COB…

    • Vaz

      Ontem acabei me espressando mal e ficou a impressão que sou contra o patrocínio de atletas. Não, não sou, muito pelo contrário e uma das razões foi descrito por Alberto Murray. Sou favorável a 110% de dinheiro de patrocinadores. As modalidades que apresentam resultados fantásticos em suas categorias só o conseguiram quando libertaram-se do dinheiro público e o curioso que uma destas entidades, o volei , o fez exatamente sob o comando do Sr Nuzman. Já no COB….
      Sou radicalmente contra dinheiro público para formar, bancar, apoiar e etc., atletas Olímpicos e mais contra ainda com patrocínados (aí minha bronca com um atleta), que contam com dinheiro, material sob medida, estrutura de clubes e universidades até no exterior.

      Não é obrigação do Estado criar condições para formar estes atletas como muitos insistem. O Estado deve sim é preocupar-se com a formação dos jovens criando condições em escolas, universidades, cidades e bairros, e criando ou apoiando centros para prática e desenvolvimento esportivo em vez de torrar esta dinheirama toda com a “formação” de atletas Olímpicos. No COB e Cia. o esporte leva dinheiro em doses homeopáticas e em doses cavalares para “sustento” das entidades, está na hora destes entidades começarem a sofrer a mesma presão que a CBF.
      A perpetuação destes nos cargos ou delegações são razão direta da falta da cobrança de resultados caso conta-se com patrocinadores a coisa seria diferente. Ninguém quer imagem associada a fracasos.

      Já com o tal dim dim público para formação de atletas Olímpicos, nosso COB manda dirigentes, “parentaiadas”, chefes de delegações ( o que fazem este personagens?) passear com dinheiro dos nossos impostos. Tem dirigente que chega até a desfilar com credênciais de atletas que tiveram que treinar (se bobear ficam até com medalha do atleta) .

  • Paulo

    Tentaram tantas fórmulas diferentes pro futebol masculino que hj. acho que tinha que ficar fora das Olimpíadas. Olimpíadas é o máximo pra outros esportes. Não é a mesma coisa pro futebol, que a Copa do Mundo é muito maior que tudo.

    • janca

      Mas com o tênis também é assim. Grand Slam é muito mais importante que uma Olimpíada. Idem pra Davis.

      • Fora Nuzman

        Também acho que tenis não deveria ser esporte olímpico.
        Meligeni ganhou medalha na olimpíada, guga ganhoU 3 Roland Garros, tivemos Maria Esther Bueno e o tenis brasileiro continua uma lástima.
        Teríamos que aproveitar o bonde das vitórias e incentivar a prática do tenis, construir quadras públicas e projetos de aulas de tenis para a garotada, teríamos que ter um complexo exclusivo de tenis para sediarmos um dia um Masters 1000 ou 500.
        Improvisar estrutura para sediar torneios não dá certo à longo prazo, visto Costa do Sauípe.

        • Fora Nuzman

          Exemplos das duas cidades brasileiras em que o povo mais pratica esporte:
          Rio de Janeiro- 2 quadras no Aterro e algumas “meia-boca” na Lagoa. As do Aterro eram quase sempre cheias e com problema nos refletores. As da Lagoa tem um piso muito duro (cimento) e às vezes não tinham rede. Fora isso, tinham as quadras do Fundão. Mas é pouco para uma cidade de milhões de hab.

          Floripa – 6 quadras na Federação que o Guga praticamento obrigou que fossem públicas, estavam um pouco abandonadas e hoje em dia são ocupadas com aulas e academias de tenis utilizam o espaço, deveriam ser exclusivas para a população. Fora isso tem 6 na UFSC.

      • Alexandre

        Bem diferente né, Janca.
        O Federer está lá, o Djoko também. Nadal está contundido (e ganhou em Pequim).
        Onde estão Messi, Cristiano Ronaldo, Iniesta, Xavi, …?

        • janca

          Iniesta e Xavi poderiam estar lá. Messi não está, a Argentina não se classificou… A graça do torneio de tênis não é a mesma de uma Davis, pergunte para os próprios tenistas. Nem de um Grand Slam. E são quatro por ano.

          • Alexandre

            Janca,
            Os jogadores que eu citei foram só exemplos. O que eu quis dizer é que, no futebol, a esmagadora maioria dos melhores do mundo não participa do torneio olímpico, já que é quase um sub-23, já no tênis ocorre o inverso. Os grandes estão lá.
            Claro que um Grand Slam é mais importante, mas o torneio olímpico de tênis é sim muito importante, tanto é que o Nadal ficou arrasado com a sua contusão e a vitória neste torneio é uma obsessão do Federer.
            Não é por coincidência que há um nome para a conquista conjunta dos 4 principais torneios do tênis e da Olímpiada: Golden Slam.
            Na minha opinião, a Olímpiada não agrega nada ao futebol masculino e este tampouco acrescenta algo a ela. É um alienígena, cujo torneio começa antes mesmo da abertura da Olímpiada e ocorre fora da própria cidade sede.
            Sem falar que aqui no Brasil, este torneio tem o efeito deletério de tirar o foco dos outros esportes, já sempre negligenciados em função do gigantismo do futebol.

          • janca

            Talvez você até tenha razão, mas no caso do tênis sinto algo diferente. A obsessão pela Davis e pelos Grand Slams é muito maior do que pela Olimpíada, onde muitas vezes as quadras dos jogos nem chegam a encher, como não chegam a encher no futebol. Vi isso em Sydney e Atenas, para ficar em dois exemplos. E se o Nadal ficou arrasado com sua contusão, como você diz, o Rafael, goleiro da seleção, também ficou. E se ganhar uma Olimpíada é obsessão para o Federer, também o é para a seleção brasileira, que nunca ganhou o torneio. Tanto que dependendo do desempenho o técnico pode até cair. Como Luxemburgo caiu em 2000.

  • Paulo

    Em 1928 quando Uruguai foi bi valia como título mundial porque não tinha Copa do Mundo, a primeira foi em 1930. Hj. é pura ilusão. Nem isso. Um torneio qualquer (futebol nas Olimpíadas). Vale o futebol feminino, masculino não vale nada.

    • janca

      Pura ilusão não é. E neste ano, como a seleção olímpica do Brasil não difere tanto da principal, o torneio vai ser importante pra gente. Até pra conquistar uma medalha que não temos até aqui.

    • Alexandre

      De fato, não é nem um torneio oficial da FIFA.

  • A Seleção da Grã-Bretanha é fraca porque:

    – Utiliza a seleção olímpica unindo os quatro países bretões, mas sem pensar na qualidade deles (o Giggs é bom, mas, com certeza, só foi convocado para que houvesse jogadores do País de Gales na seleção, assim como outros atletas medianos – Gales é referência de futebol?).

    – Hoje o futebol bretão em geral não está revelando muitos jogadores por causa dos barões do petróleo, que, ao chegar a um clube, dá preferência por contratações de jogadores de fora já consagrados.

    O futebol da Seleção Inglesa deve passar por uma crise bastante parecida com o futebol da Itália quando era dominado por estrangeiros e, devido a isso, tinha uma seleção bastante fraca.

    • janca

      Pode ser, Rodrigo, mas achei a equipe inglesa na Euro com apresentações e um estilo de jogo surpreendentes. Abs.

      • Johannes

        Boa tarde João Carlos, Rodrigo
        Acrescentaria que diferentemente do Brasil, creio que a seleção olímpica da GBR, por diferir muito da atual seleção inglesa, têm entrosamento quase zero….e a despeito de ter bons valores vai ser um time meio desestruturado taticamente e desentrosado…

        • janca

          E se jogar o que jogou contra o Brasil, no amistoso, pode ter problemas com Uruguai e Senegal, que são dois de seus adversários, salvo engano, nessa primeira fase do torneio de futebol.

  • sandrofla

    Com osmtorneios sub-20 organizados pela FIFA a participação do futebol masculino nas Olimpíadas cairam em desinteresse do público. Te digo que nem o fato de ainda não termos medalhas de ouro neste esporte me entusiasma em acompanhar os jogos da seleção olímpica.
    Deveriam manter só o feminino até pela visibilidade maior que criaria sem o masculino.

    • janca

      Pode até ser. O caso do futebol masculino fica parecido com o do tênis, como citei anteriormente.

  • Alberto Pereira

    Nunca foi tão fácil ganhar a medalha de ouro, poderá ter valor por ser uma conquista inédita, mas não será por esse torneio, que poderemos avaliar o poderio do Brasil, para a Copa de 2014.

    • Fora Nuzman

      Na minha modesta opinião, medalha de ouro no futebol não vale nada e não serve de referência para nada. Acho que futebol nem deveria ser esporte olímpico.

  • Adalberto Franco

    Janca, nas Olimpíadas o futebol não é prioridade existem uma diversificação muito grande de esportes, e mesmo no Reino Unido, acredito que com raras exceções o povão não esteja nadando em dinheiro, então vão ter que escolher quais jogos ou competições vão assistir mesmo porque muitos serão realizados no mesmo horário. O pessoal ta achando que o Brasil, vai conquistar um bom numero de medalhas, sei não nosso país tá longe de ser um país olimpico, o COB, é um antro de sem-vergonhas que pouco ligam para nossos atletas e quando chegam as Olimpíadas, ficamos lá embaixo no quadro de medalhas. Quem sabe se o Marin, não fosse presidente do COB. Boa Tarde Janca.

    • Fora Nuzman

      Infelizmente não vai mudar nada enquanto o governo não tomar providências e vergonha na cara.

      • Fora Nuzman

        Quanto tempo o Orlando Silva foi ministro dos esportes e o que ele fez de bom além de viajar e participar de festas? Ele entrou no ministério, ficou, saiu e nada mudou… e o tempo passou.

    • janca

      Marin presidente do COB? Não serve nem pra CBF nem pro COB…

  • renato sa

    No Brasil, o futebol não será nem um pouco diferente. Ou será muito pouco para quem acabou de ver a seleção campeã da Copa em solo próprio, ou (o mais provável), estaremos ainda sob o mal estar dos trouxas, que investiram bilhões, não ficamos com legado urbanístico, social, econômico e.. sem o título.

    A FIFA faz horrores pro futebol ser um fracasso nas olimpíadas. Acho que até é justo, cria uma demanda para o Mundial, evento tão grande quanto olimpíadas, e que gera muito dinheiro (para a FIFA). O COI, vez ou outra se posiciona, mas evita entrar em atrito com a FIFA. Os cartolas, por debaixo dos panos, acabam sempre se entendendo….. Que o diga Teixeira, Havelange e Nunzman

    • janca

      Também acho que no Brasil a coisa não vai ser muito diferente. Jogos da seleção lotados, ok, mas os demais… Vazios como esteve hoje o da seleção feminina na estreia na Olimpíada de Londres…

  • adams

    Será q nesses 300 mil, incluem-se os jogos do futebol feminino? Agora pela manhã o estadio estava completamente vazio para ver Reino Unido x Nova Zelândia… Aliás, o futebol feminino, desculpem-me a franqueza, é muitíssimo chato. Por isso ñ Decola em 90% do planeta…

    • janca

      Imagino que não. Mas os números variam. Há quem fale em 500 mil… 300 mil, digamos assim, é uma expectativa pra baixo.

  • flavio

    MEDALHA É SINÔNIMO DE ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA E PONTO FINAL!! E OS INVEJOSOS QUE VÃO CHORAR NA CAMA!!

    • Alexandre

      Os chineses discordam…

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