Marin e Dilma



O presidente da CBF, José Maria Marin, tenta se aproximar de Dilma Rousseff, algo que seu antecessor, Ricardo Teixeira, não conseguiu.

Um dos nomes fortes do PTB-SP depois que a presidência da confederação lhe caiu no colo, Marin defendeu que o partido não apoiasse José Serra (PSDB) à Prefeitura de SP, aliando-se à candidatura de Celso Russomanno (PRB). Russomanno tem também o apoio dos bispos da Record.

Para 2014 o dirigente já enviou recados ao Planalto de que fará força para o PTB apoiar a reeleição de Dilma. A presidente da República até aqui vem evitando Marin, político que teve participação ativa na ditadura militar, chegando ser vice biônico de São Paulo e assumindo o governo do Estado por dez meses, período em que o “titular”, Paulo Maluf, deixou o cargo para se candidatar a deputado federal.

Talvez agora consiga se aproximar da presidente, talvez não. Da Record já se aproximara desde que assumiu a CBF e mandou Mano Menezes priorizar o inédito ouro olímpico do futebol. Se conseguir a conquista, a emissora, única no Brasil com direitos de mostrar os Jogos em TV aberta, tem até anúncio pronto para o dia seguinte. Vai dizer que é pé quente e insinuar que a concorrente é que não dava sorte para o futebol brasileiro na Olimpíada.



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