O conselho de Teixeira



E Ricardo Teixeira, lá dos Estados Unidos, segue dando um pitaco aqui, outro acolá sobre os rumos do futebol brasileiro. Muito bem remunerado, por sinal. Estaria ganhando mais do que 100 mil reais mensais como “conselheiro” e recebendo mais do que quando presidente da CBF. Graças a seu ex-vice e atual comandante da confederação, José Maria Marin.

Um dos conselhos de Teixeira para Marin é manter a CBF afastada do COB. Ele é contra a reaproximação ensaiada pelo atual presidente, que deixou parte da preparação do futebol feminino para os Jogos de Londres nas mãos do COB. Alega que a CBF, que sempre abriu mão de receber verbas da Lei Piva, deixaria de ser uma entidade privada para ganhar recursos públicos, via COB. Abriria assim uma brecha pra quem prega intervenção do governo na confederação.

Das entidades filiadas ao COB a CBF era a única que recusava o dinheiro das loterias federais e agora, com o futebol feminino, começou a mudar de posição.

A cúpula do COB argumentara, anos atrás, que a verba das loterias não era dinheiro público, pois os jogos são pagos pelo consumidor, mas a tese foi contestada por um jurista após o outro. É verba pública sim senhor. Se a CBF vai receber a parte que lhe cabe não sei, seja direta ou indiretamente, mas que o COB poderia trabalhar com mais afinco para conseguir dinheiro da iniciativa privada, poderia. Ainda mais com os Jogos de 2016 se aproximando e sendo no Brasil.

Volto a postar no domingo, dia 15, mas até lá sigo, dentro do possível, respondendo os comentários de vocês. Boa semana a todos, Janca



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