A vez do Rio



Depois de a Fifa não parar de pressionar o governo brasileiro em relação às obras da Copa, chegou a vez de o Comitê Olímpico Internacional começar a se preocupar. Com os Jogos do Rio, em 2016.

Quando terminar a Olimpíada de Londres, em 12 de agosto próximo, o COI deve aumentar as visitas ao Rio de Janeiro e subir o tom nas conversas com os brasileiros.

A principal preocupação é com o setor hoteleiro, considerado insuficiente para receber os Jogos. Segundo avaliação do comitê, projetos para a construção de novos hotéis não faltam, mas o problema é que, pelo menos até agora, eles seguem apenas no papel.

A mobilidade urbana também preocupa, mas o COI espera aceleração nas obras durante o ano que vem, já que o Rio, antes de receber a Olimpíada, será uma das sedes da Copa de 2014, quando abrigará a final da competição.

Das obras em atraso as que mais inquietam o comitê são o Parque Olímpico, na Barra da Tijuca, e o Complexo de Deodoro, cujos cronogramas de trabalho não estariam sendo cumpridos. Em conjunto, ambos receberão 18 modalidades em 2016.

Com as atenções do COI ainda voltadas para Londres, já que os Jogos começam no próximo dia 27, e as do Brasil, para a Copa de 2014, as pressões do comitê têm ficado “escondidas” da mídia. Mas se o ritmo continuar na base do “devagar, quase parando”, uma hora a paciência termina. E confusão não vai faltar.



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