A imagem do MMA



A mídia que apoia o MMA e segue atrás da audiência e do retorno publicitário que as artes marciais mistas têm rendido tenta mudar a imagem do esporte para atingir um público ainda maior. A ideia é desassociá-lo da imagem de violência. Logo criaram o slogan de que “quem sobe no octógono não briga, luta”. E que os lutadores são colegas de trabalho e amigos dos adversários fora do ringue. E pais de família. Como se ser pai de família significasse muita coisa… Há pais de família e pais de família…

Mas, enfim, lá veio Anderson Silva e quase jurou de morte seu próximo adversário, o norte-americano Chael Sonnen. Disse o seguinte: “Ele é um marginal, a escória do esporte. Teve problemas com a Justiça e com doping. É um imbecil. Dia 7 vou acabar com a cara dele e com cada um dos seus dentes. Ele vai apanhar, apanhar muito. Muita gente vai ficar assustada. Vai ter perna quebrada, braço quebrado, cara quebrada, vou quebrá-lo todo. Vai sair de maca lá de dentro e precisar de uma plástica.”

Não condiz com a imagem que a Globo, por exemplo, tenta passar do esporte. Mas Dana White, presidente do UFC, vibrou. Quer bater o recorde de venda de pay-per-view. E para ele, talvez, se um dos dois tiver que fazer uma plástica depois da luta, ok. Mais audiência. Já eu sigo preferindo acompanhar futebol e a Olimpíada, que está quase aí. Menos de um mês pra começar.



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