Barra brava



Se para o jogo em Buenos Aires as organizadas corintianas foram beneficiadas, recebendo cerca de 60% dos 2.450 ingressos destinados ao Corinthians, na partida da volta, quarta que vem, no Pacaembu, será a vez de as “barra bravas” do Boca terem prioridade. A direção do time argentino quer separar pelo menos metade dos bilhetes para elas, com destaque para La 12, a mais famosa do Boca.

Já os pacotes serão mais em conta do que os vendidos no Brasil. A agência Vai Corinthians, da CVC, comercializou 315 viagens em apenas 7 minutos na segunda, sendo o preço mínimo de R$ 4.530,96. Os argentinos pretendem negociar 500 pacotes, incluindo parte aerea e uma noite de hospedagem, além do ingresso, caro, a partir de R$ 3.200,00.

A agência corintiana esperava receber 600 ingressos e portanto havia feito bloqueio de 600 lugares em aviões para Buenos Aires, mas recebeu pouco mais de metade das entradas que desejava.

Cerca de 300 teriam sido destinadas a integrantes do programa Fiel Torcedor e outras 300 foram distribuídas entre dirigentes, sócios e parceiros, amigos e patrocinadores do Corinthians.

As “barra bravas” da Argentina, assim como algumas uniformizadas do Brasil, tiveram seu nome associado à violência e ao crime organizado. Dentro do estádio não param de gritar um minuto, inclusive quando o time está perdendo.

Tive a oportunidade de assistir a dois jogos na Argentina, dois amistosos do Brasil, um em novembro de 1995, outro em setembro de 1999, ambos no Monumental de Nunez, e não é fácil. O primeiro ganhamos por 1 a 0, gol de Donizete, mas o segundo perdemos por 2 a 0 e quase nada fizemos em campo. A torcida impressionava. Só que no jogo de volta, três dias depois, em Porto Alegre, demos o troco e vencemos bem: 4 a 2. Vamos ver agora o que faz o Corinthians nestes dois jogos…



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