Corinthians na final



E não é que o Corinthians finalmente chega à final da Libertadores? É pros corintianos comemorarem e muuuito.

Mas mais do que tratar da classificação corintiana, como boa parte das pessoas fará, vou seguir na corrente contrária e dar meu pitaco sobre a eliminação do Santos, que tinha virado o “queridinho do Brasil”.

O que me impressionou foi que os santistas mais uma vez pararam na defesa rival, não demonstraram criatividade nenhuma, apresentaram jogadas manjadas e não adianta agora culpar a CBF ou a seleção pelo resultado no Pacaembu.

Foram quatro jogos seguidos do Santos na Libertadores muito semelhantes, quatro jogos em que o time quase nada rendeu, dois contra o Vélez, dois contra o próprio Corinthians. Só espero que a cobrança não recaia toda em Neymar, pois faltou jogo coletivo ao Santos. Acho que a responsabilidade maior é do Muricy e da própria diretoria, que não souberam transmitir tranquilidade ao elenco, preferindo formular uma teoria da conspiração a jogar bola.

Do lado do Corinthians achei arriscada a forma como o time jogou no primeiro tempo, marcando muito na defesa e dando espaço demais ao rival. Mas no segundo tempo se abriu, marcou logo de cara, adiantou a marcação e o Santos, abalado, não teve força pra reagir.

E por falar em reagir… Bem, que deve entrar em crise pesada é o São Paulo, eliminado pelo Coritiba, que vai à final da Copa do Brasil, depois de ter ido mal nos dois jogos. Continuo insistindo que, no Morumbi, o problema tem nome. E ele se chama Juvenal Juvêncio. O resultado, mais uma vez, todos viram em campo.

Uma ótima quinta aos corintianos e a santistas e são-paulinos, vida que segue.



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