E o torcedor, ó…



Numa época em que tanto se fala do torcedor como cliente, de modernização das arenas esportivas e na Copa de 2014, o torcedor segue sendo tratado como… Muitas vezes como gado, sim.

Para citar os três estádios paulistanos hoje em funcionamento (Morumbi, Pacaembu e Canindé), filas pra comprar ingresso seguem uma constante. Em Corinthians x Figueirense, no Pacaembu, jogo válido pela terceira rodada do Brasileiro, faltavam bilheteiros para vender entradas para os setores mais caros, formando uma longa fila instantes antes do jogo. Em São Paulo x Atlético-MG, no Morumbi, no último domingo, para o setor cadeira azul especial, ingresso a 80 reais, havia apenas dois guichês abertos pouco antes das 15hs, o que fazia o torcedor ter de esperar cerca de 15 minutos pra adquirir o seu. Até em Portuguesa x Atlético-GO, no Canindé, quem queria entrada tinha que ficar de 15 a 20 minutos na fila.

E o preço dos ingressos não para de subir, tendo aumentado quase 8% nos últimos 12 meses, um índice maior do que a inflação no período, que ficou em cerca de 5%.

Para jogos do Corinthians na Libertadores boa parte das entradas é vendida via internet, o que exclui dos jogos quem não tem acesso ao mundo virtual. E os preços são salgados, mas os serviços, ruins. Os três estádios paulistanos citados são arcaicos e não falta, mesmo nos setores mais caros, assentos desconfortáveis, cadeiras quebradas…

Com os estádios de primeiro mundo prometidos pra Copa é possível que os preços subam ainda mais _e hoje já são mais caros do que muitas peças de teatro_ na continuação do processo de elitização do futebol.

Acho que os setores populares não podem ser esquecidos, como lembra o diretor de futebol de seleções da CBF, Andrés Sanchez, de quem discordo em relação a muitos temas, mas não esse. Só que os serviços também devem ser condizentes com o preço. Se não teremos cada vez mais torcedores de poltrona e menos gente presente nas arenas. Resta às TVs preencher os lugares vazios nos estádios com público virtual e intensificar o som ambiente, passando a impressão de que o público presente é maior, quando muitas vezes é bem reduzido.



  • Tiago

    Janca, chega meia hora antes de um jogo no Engenhão pra ver que hora tu entra no estádio. Entra com 15 minutos de jogo. Torcedor paga uma fortuna e aceita ser tratado como gado. Tem de deixar de ir ao estádio. Muitas vezes não vou mais. Trânsito ruim, falta de estacionamento, muito flanelinha, insegurança, uniformizadas, ingresso caro, falta de bilheteiro…

  • Tiago

    Pior de todos é o Engenhão. Chega meia hora antes de começar o jogo pra ver se consegue ingresso. Quando comprar o jogo vai ter começado. Tem flanelinha, uniformizada, não tem lugar pra parar o carro, depois o estádio fica vazio e pessoal não entende o porquê.

    • Alê

      Recife é pior. Acredite.

      • Alê

        Estádios são cheios, mas pra entrar filas de uma hora pra comprar ingresso, mais uma hora pra entrar no estádio, empurra-empurra, não dá pra levar criança, cadeiras quebradas, preço caro. Uma merda.

  • Emiliano Quenca

    Sou a favor da elitização do Futebol, Janca. Eu sou empresário bem sucedido, já fui pobre mas felizmente consegui vencer na vida e hoje dou uma condição excelente aos meus filhos. E quero que, quando eu vou ao estádio com eles, este seja seguro e sem a presença do pessoal mais pobre, que geralmente é o pessoal que causa a bagunça, os tumultos. Eu até posso ser taxado como preconceituoso, mas infelizmente a realidade é essa Janca. Você vê essas brigas em estádios, os tumultos, o desrespeito a polícia e aos seguranças, isso sempre parte dos mais pobres, dos mais humildes, que não tiveram acesso a uma boa educação. Na Europa o futebol já foi elitizado e por isso é possível ver uma maio organização durante os jogos, sem tumultos, sem pancadaria. O único problema na Europa é o racismo e a xenofobia, que também acontece por causa dos pobres. São os pobres europeus que são xenófobos e racistas, pois temem perder as oportunidades de emprego para estrangeiros. Sinceramente, não ha como ‘organizar’ o futebol brasileiro se não o elitizarmos. Acho que o Brasil está no caminho certo. O Corinthians é um grande exemplo. Um time que sempre foi do ‘povão’ e encontrava problemas com isso. Preços de ingressos muito acessíveis faziam com que os pobres lotassem o estádio e causassem tumulto, como em 2006 contra o River Plate, quando tentaram invadir o campo devido a uma derrota. Já em 2010, quando foram eliminados pelo Flamengo, os preços já haviam aumentado consideravelmente, devido a gestão de Andrés Sanchez, e não houve invasão ou qualquer tipo de tumulto.
    Sei que receberei críticas por meu comentário, serei taxado de preconceituoso e fascistas, mas, sinceramente, não me importo. Contra fatos não ha argumentos.

    • Urubu Cervando

      Não pretendo lhe taxar de nada.Mas atribuir baderna aos pobres,acho um erro. Pessoas mal-educadas,violentas e baderneiras estão em todo lugar independente da classe social (vide a quantidade de crimes cometidos pelos “bad-boys” filhinhos de papai da classe média alta). Sou pobre, sempre fui e minha família também. Mas não nos envolvemos em brigas, confusões nem tumultos. Fomos todos educados em escolas públicas e somos bem-educados. Se tens dúvidas, observe que não parti pra ofensa apesar de me sentir ofendido pelo seu comentário. Acredito que muito do que acontece realmente é causado por pessoas de pouca instrução e educação oriundas das camadas mais pobres mas, generalizar é exagero. Não existe um selo de garantia que isente as pessoas abastadas e bem instruídas da ignorância e da intolerância praticadas pelo ser humano.Espero que não se ofenda pelos comentários mas, diferente do que aparenta ser sua opinião, pobres também conseguem ter cultura e argumentos.

    • Tato

      Caro Emiliano, fiquei perplexo ao ler seu comentário. Nunca tinha pensado por esse lado mas mesmo assim não concordo com você. Não vejo ligação direta entre “pobreza” e “violência” nos estádios. Precisaria de um “estudo” “pesquisa” “artigo científico” para fazer tal afirmação. Porém, se nós brasileiros, tivessemos um pouquinho de responsabilidade social o quadro seria menos preocupante. Não adianta “melhorar” de vida se a violência a todo momento pode bater em sua porta. O que fazer? Brindar o carro? Morar em condomínios fechados? Contratar seguranças para acompanhar os familiares? A melhor solução é distribuir rendas e benefícios, e isso deve ser uma atitude de todos os cidadãos que têm condições de fazer isso. Não se deve apenas esperar atitudes dos órgãos, mesmo que a maioria pense que é obrigação só deles proporcionar acesso a saúde, segurança, lazer, moradia, etc…
      PS: Gostei da sua coragem, numa sociedade hipócrita como essa que vivemos poucos têm o peito de dizer o que realmente pensam. Deve ser por conta dos politicamente corretos…

      • Tato

        Ah, e de elite já temos Tênis, Golfe, aqueles todos com cavalos (hehehehe) etc… Se tirar o futebol do povão a coisa vai piorar mais ainda…

      • Tato

        Ah, e de elite já temos Tênis, Golfe, aqueles todos com cavalos (hehehehe) etc… Se tirar o futebol do povão a coisa vai piorar mais ainda…
        Bastaria apenas um bom funcionamento das leis brasileiras, mas aí já é outra coisa, ela deveria funcionar primeiro lá em cima onde os casos são muito mais graves que brigas de torcidas ou violência em arredores de estádios em dias de jogos. A sensação de impunidade, na minha opinião, é o vício que mina toda possibilidade de ordem e respeito em nosso país.

        • janca

          Caros Tato e Emiliano, confesso que fiquei perplexo com seu texto, no início achei que era brincadeira, depois achei que não e tentei entender seu ponto de vista. Não consigo e vou rebater alguns pontos aqui. Não é verdade que a xenofobia e o racismo se devem “apenas” aos que podem perder emprego para os estrangeiros, muitas vezes vem da elite. Você associa pobreza a vandalismo, descumprimento de leis, regras etc. etc. etc. Pergunto: e os ricos? E a “elite”? Elite que domina o campo político brasileiro e tira dinheiro de educação, saúde, transporte, isso é o quê? Não será isso que gera violência? A injustiça social? Não quero fazer um discurso de lutas de classe, de jeito nenhum, mas não gosto de generalizações. Pobre é mau, rico é bom? Não dá, Emiliano. E você mesmo diz que os humildes, como você coloca, não têm acesso ao que chama de uma boa educação. É responsabilidade “só” deles? E as escolas públicas? E o dinheiro desviado por corrupção? A Alemanha, um dos berços da cultura, teve papel ativo nas duas grandes guerras do século passado. E muita gente rica e supostamente educada participou do governo, um dos mais nefastos da história. Em papel de comando. Confesso que tenho um pé atrás com a elitização dos estádios. Poderíamos começar tratando melhor os torcedores, seja dos setores mais caros, os VIPs, seja dos setores populares. Abs. e boa quarta, Janca

          • Douglas

            boa tarde Sr. Janca.sou eu de novo!! e mas uma vez terei que elogiá-lo…eu sou pobre, humilde, porém, honrado…estou desempregado não tive formação e busco todos os dias galgar um lugar ao sol com responsabilidade, educação, e respeito ao próximo, independente da classe ou etnia, o texto do cavalheiro acima me deixou profundamente triste pelo fato do mesmo se mencionar antigamente como “humilde” faço-lhe uma pergunta: Vc, alguma vez na vida já passou por dificuldade? independente de qual? Meu caro cavalheiro nunca generalize a situação não qual vivem os mais oprimidos pois eu ja prestei trabalhos como segurança, e os mais arrogantes, insensíveis, ignorantes e prepotentes são aqueles que um dia foram humildes e hoje se encontram com um poder aquisitivo maior. Vejo seu comentário como hiócrita e prepotente como deve ser sim sua pessoa perante a sociedade e seus familiares e com certeza se vc acredita que tem amigos de verdade esta enganado pois, os que estão proximo de vc são por causa da sua “condição” pois os mesmo sabem muito bem que “ex-humildes” são totalmente desprovidos de informação referente a vida e principalmente postura perante os mais afortunados.
            Sr. Janca me perdoe mas essa pessoa cujo eu me recuso a mencionar o nome, conseguiu acabar com a minha quarta feira….parabens meis uma vez pelo seu comentário..e abraços…

          • janca

            Calma, Douglas, e obrigado pelos elogios desde já. Mas não deixe um comentário acabar com o seu dia. Sei que dizer isso é fácil _e certas coisas que escutamos ou lemos por aí machucam_, eu mesmo volta e meia fico mal com algo que A ou B fala ou escreve, principalmente quando dirigido a mim, mas depois passa. As palavras machucam, é verdade, mas na vida vamos aprendendo a “enfrentá-las”. Sobre o que você diz em relação a generalizações é exatamente o que penso. Nâo dá pra dizer que brasileiro é isso, europeu, aquilo, “pobre” se comporta de um jeito, rico de outro, isso não existe. Há pobres e pobres, ricos e ricos, diferentes “índices” pra mensurar o nível de pobreza ou riqueza e a riqueza de espírito é um bem que talvez poucos tenham. Abs. e curta a tarde de quarta, Janca

          • Tato

            Caro Janca:
            Que pontos do meu post você discordou?

          • janca

            Não foi do seu post que eu discordei, Tato, acho que deixei claro que discordei do que o Emiliano colocou. E discordei realmente, embora não tire o direito dele de se expressar, tanto que foi publicado aqui o que ele escreveu. Mas não concordo com a “tese” que ele colocou como deixei bem claro aqui. Foi do post dele que discordei, Tato. abs.

          • Emiliano Quenca

            Olha Janca, respeito quem discorda da minha opinião. E é realmente interessante o fato que você colocou dos políticos, que são ricos e são os maiores vilões da falta de educação do povo brasileiro. Concordo sim que os mais humildes acabam sendo vítimas desses cidadãos de Brasília. Agora te pergunto: Como é que os políticos viram políticos? Como conseguem cargos executivos e legislativos? Através do VOTO, Janca. Esses pobres votam em qualquer um, nem sabem em quem estão votando. A maioria se vende por um precinho miserável. Pensam somente neles. Ganham um dinheirinho e já sabem em quem votar! Me explique como um cidadão como o Lula, envolvido, ele e seu partido, com corrupção até o pescoço, ter uma popularidade tão alta na região Nordeste? A região mais pobre e menos esclarecida do Brasil. Janca, posso te garantir que isso não é uma coincidência….Os pobres podem sim ser dignos, alguns são, mas a maioria não é. São acomodados e vem com um discursinho barato e nojento como “tenho orgulho de ser pobre”. Como pode alguem ter orgulho de ser pobre? A gente deve se orgulahr de conquistar, de glórias, e não de fracassos. Por que ser pobre é um fracasso, por mais radical que pareça meu discurso, é sim um fracasso. Ou alguem em sã consciência opta por ser pobre? Claro que não. Mas é aquela coisa, o cara diz que tem orgulho de ser pobre mas está toda semana jogando na loteria…vai entender…

          • janca

            Desculpe, Emiliano, mas sigo discordando totalmente de você. Os políticos viram políticos e são eleitos com campanhas bancadas por grandes grupos econômicos, como bancos e empreiteiras. Que aliás são ricos pacas… Você critica o Nordeste e eu pergunto sobre São Paulo e Rio de Janeiro, que já elegeram Maluf e Garotinho. Isso é sinal de “gente esclarecida”, como você diz? Quando você escreve que ser pobre é um fracasso imagino que esteja brincando. Pra mim fracasso é outra coisa. É roubar dinheiro público, por exemplo. Mas há gente que pode achar isso um sucesso ainda mais se o cara rouba, compra uma bela mansão cheia de carrões de último tipo… Temos visões diferentes se é que você está colocando seu ponto de vista de verdade e não esteja tirando um sarro do pessoal daqui, o que me parece bem possível.

    • Pedro

      Você não é preconceituoso, é ignorante.

      Não é o pobre que causa tumultos ou qualquer confusão. No caso do futebol é o fanatismo que causa esse tipo de situação.

      Outra coisa importante de se ressaltar é que não devemos excluir os menos favorecidos de participar dos eventos esportivos ou qualquer outra forma de diversão. No caso de 2010, quando não houve invasão não foi por causa dos valores e sim pelo conscientização que está ocorrendo, de que destruir, bater, causar não leva a nada.

      Outra coisa, na Europa o futebol não é elitizado e ocorrem sim confusões, porém as punições acontecem diferentemente daqui. Além disso a população é educada, pobres ou ricos tem acesso ao básico de educação, ao contrário do Brasil onde a grande maioria tem acesso a uma educação precária.

      Já que você é tão bem sucedido, por que não busca estudar um pouco mais e se informar? Pode te ajudar…

      • janca

        Oi Pedro. E você apontou um ponto importantíssimo, que é o fanatismo. Fanatismo cega. E causa muita violência ou pelo menos pode causar. Abs. Janca

      • Douglas

        senhores, boa tarde.
        eu ainda custo a acreditar que nosso exelentíssimo cavalheiro logo acima continue generalizando tal situação!!!
        o Sr. Pedro foi direto ao ponto a ser discutido, com muit inteligencia e sabedoria, meus parabens!!! como pode ser possível um pessoa que se diz um di ter sido “humilde” mensionar tais argumentos?
        infelizmente pra ele, aquela pessoa que um dia foi presidente da republica fez e ainda faz muita coisa boa pelo nosso país foi eleito sim pelo povo de onde ele saiu e a maioria ainda gosta muito dele pelo que ele fez…eu sou morador de Campinas, todos no país sabem muito bem o escandalo que foi sobre a prefeitura entar envolvidas em fraudes e mais fraudes aqui.
        nosso ex-prefeito, por mais que tenha se sujeitado a tantas coisas maléficas na nossa cidade, foi o prefeito que mais fez pela população e todo mundo aqui sabe disso!!!
        eu quero acreitar, Janca, que essa pessoa esta levando tudo isso na brincadeira e esta de alguma forma causar intriga ou coisa do tipo aqui no seu blog. e digo mais, ele nunca foi humilde, pobre cou coisa do tipo…ele é muito pobre sim, de espírito e carente de informação como disse nosso amigo Pedro, parabens…
        E Janca, valeu a força parceiro sabe que admiro muito seu trabalho, e ele só não vai conseguir acabar com meu dia pq meu SANTOS vai me dar alegria hoje. abraço e sucesso…

        • janca

          Abs., Douglas, mas pelo jeito hoje não era seu dia, o Santos não passou à final. Mas o que importa é que a vida segue, Janca

    • Jesus Cristo…

    • Demarchi

      Elitizar o futebol e tapar o sol com a peneira, a violencia nos estadios vai muito além da classe social, que a violência é uma das facetas da pobreza, isso e fato, agora encarecer o preço dos ingressos nunca sera uma solução para melhor funcionamento e segurança dos estadios, o primeiro passo e uma melhor organização e policiamento.

    • RICARDO

      Você é ridiculo cara, pensamento preconceituoso e baixo.
      Acha que excluindo a periferia, será um mundo melhor!

      Se realmente já foi pobre como diz, não teria esse pensamento…

      Fica mais do que provado que as vezes as pessoas são tão ricas, que só tem dinheiro!

    • RICARDO

      Você é ridiculo cara, pensamento preconceituoso e baixo.
      Acha que excluindo a periferia, será um mundo melhor!

      Se realmente já foi pobre como diz, não teria esse pensamento…

      Fica mais do que provado que as vezes as pessoas são tão ricas, que só tem dinheiro

    • César

      Poxa vida,

      Então quer dizer que o senhor é a favor da elitização do futebol, devido aos problemas serem causados pela classe de renda menor..

      Emiliano, você está errado, VOCÊ é a escória da sociedade, a classe de renda menor é a mesma que carrega São Paulo ‘nas costas’, gente como você não merece poder e não pense que seu pensamento passara impune. Imagine a formação de seus filhos se dependerem de seu ponto de vista quanto aos problemas socio-econômicos no Brasil, torco para que tenham exemplos melhores a seguir pois o seu é pífio.

      Você também é mentiroso, ninguém que tenha crescido em um ambiente mais humilde teria a falta de vergonha na cara em escrever imbecilidades como essas, me desculpem o palavreado, mas o ‘senhor’ é imbecil de mais para ser tolerado.

      Cresci passando dificuldades, hoje tenho 22 anos, faço faculdade, tenho bom emprego e uma situação financeira bem melhor, mas nem por isso vou esquecer minhas origens, isso faz parte de um coisa chamada EVOLUÇÃO.

      Já dizia uma banda de ‘moleques’ que eu escutava a uns sete anos atrás: ” Ser bem sucedido não é ter um Audi A3, é ter LUCIDEZ e não se entregar a estupidez !”

      Torco para que você quebre a cara e aprenda a ser homem o mais cedo possivel.

      E você Douglas, deixar um comentário idiota como esse acabar com seu dia é muita fragilidade amigo. Fé em Deus, cabeça erguida e o que é seu ninguém vai colocar a mão, FORÇA !

      Janca, parabéns pelo texto, é uma pena que poucos homens da imprensa abordem esse assunto. Acho que é mais facil falar sobre os brincos de Neymar.

      Abraços !

      • janca

        Oi César. Gostei do trecho em que você fala do Audi-A3. Ter sucesso na vida, pelo menos na minha visão, está muito longe de ser dono de um carrão. Achei bacana esse trecho da música da banda de moleques que você mencionou. Abs. e boa tarde pra você, Janca

      • Douglas

        Cesar valeu fera!!! mas não é possivel uma pessoa como essa conseguir viver numa sociedade como a nossa!!! eu não quero acreditar que ele seje assim com tudo e com todos…..
        Não sou esse tipo de pessoa frágil como muitos devem estar pensando pois apesar de passar dificuldades como todo de uma classe menos favorecida, levanto a minha cabeça todos os dias e vou a luta.
        Eu conheci uma pessoa que era como ele…foi pobre, se tornou uma pessoa bem sucedida e acabou voltando a suas origens pelo simples fato de ser como ele é…O Sr. Emiliano, terá esse mesmo destino com essa mente tão limitada, o fracasso dele será logo. e espero que ele não tenha empresa ou conhecidos que acessem esse blog, pois é um sério candidato a viver na solidão…Cesar, Valeu de coração…..Abraços..

        • César

          Douglas,

          Esse Emiliano não deve conhecer nada da vida ainda, porquê só se for um completo ignorante para ter e relatar uma opnião dessas. É como diziam nossos avós, naquele velho ditado: ” Nunca pise numa pessoa quando estiver subindo pois pode precisar da mesma quando estiver descendo. ”

          Abraços !

    • Ademir Santino de Lima

      É de estarrecer o comentário do Sr. Emiliano Quenca. Se você reparar bem, os desmandos que acontecem principalmente em São Paulo são objetos dos remediados que são chefes de torcida.
      Você já viu pobre ser chefe de torcida? Você já viu pobres serem filiados a alguma facção, chamada de torcida organizada?
      Não sei se o Sr. Emiliano Quenca sabe. Que para construir os estádios para Copa do Mundo, esta sendo utilizado o dinheiro que tem participação do pobre que o incomoda…
      Na Europa não se elitizou o futebol, foram criadas leis que regram os jogos. Qualquer individuo, pobre ou rico, é punido severamente caso criem alguma confusão. O que não se pode copiar no Brasil, pois vai punir filhos dos riquinhos como é o caso do Sr. Emiliano Quenca.

    • nilú

      Sr. Emiliano, a maior pobreza é a da alma, e essa não é resolvida com o progresso material, longe disso!!!
      Simples assim. Nilú

  • Claudio

    Bom dia Janca

    No Rio não é diferente,ingressos caros torcedores descrente com o seu time ,incluo o meu Mengão,diretoria amadora e publicos fracos,no duelo entre Flu e Lusa menos de tres mil pagantes.
    Engraçado que os presidentes dos quatro clubes do Rio se reunem e não estudam um jeitto de chamar a torcida com ingressos mais baratos pras classes mais pobre..Eu que ja vi o Maraca com 200 mil pessoas e hoje nem chega a 20 mil..Estamos caminhando pra tras e os dirigentes estão remando contra o patrimonio.

    • janca

      Penso como você, Claudio. Acompanhei Flu x Lusa sábado, jogo que começou às 21hs, dava dó ver o estádio às moscas. Acho uma ótima ideia o que você colocou, que estudem um jeito de chamar a torcida (ou parte dela) com ingressos mais baratos pras classes populares. Também já vi o Maraca (não diria com 200 mil torcedores pois estaria mentindo) com umas 150 mil pessoas e era incrível. Estive naquele Brasil x Chile da fogueteira, por exemplo. Mas mesmo com o conceito de estádios menores, para 80 mil torcedores, é possível ocupar os espaços. Sou favorável aos camarotes, ao setor de cadeiras especiais, à área VIP, mas sem esquecer de um espaço pros populares. Não deixa de ser elitiização, mas pelo menos sem tanta exclusão, exclusão que acontece hoje devido ao preço dos ingressos. Uma política de preços, enfim, deveria ser revista. Ou formulada. A muita coisa a fazer. Muita coisa. Evoluímos em muitos pontos, mas em outros nem tanto e em alguns até retrocedemos. Abs., Claudio, Janca

  • ageu c. b.

    Janca, voce disse tudo, e esses dois senhores, Emiliano e Tato, devem viver no mundo da lua.
    O Sr. Emiliano ter essa ideia de que violencia vem só dos probres e

    • Tato

      Ageu:
      Tem certeza de que vc leu meu post? Em nenhum ponto disse que concordava com Emiliano. Só achei “corajoso” da parte dele “postar” sua verdadeira opinião, mesmo antevendo o massacre que sofreria aqui. Como já disse algum filósofo por aí: “posso não concordar com o que dizes, mas defendo até o fim seu Direito de dizê-lo”.

  • Rafael

    Bom dia Janca,

    Realmente a situação não é boa.. o que move o brasileiro mesmo é a paixão pelo futebol.
    Vejo por mim, torcedor do Palmeiras, o que me motiva a ir ao estádio?
    Sair do conforto da minha casa, com minha cerveja, meu lanche, para ir ao estádio em um trem lotado, ou de carro, pagar uma nota a flanelinhas, assistir ao jogo atrás do gol (o ingresso mais barato) e correr o risco de apanhar se o time perder?
    Realmente os torcedores são tratados como nada! Simplismente isso! Não há preocupação nenhuma com o conforto do torcedor, diferentemente do que acontece em um concerto musical, em um cinema ou peça de teatro (Cujo valor é até mais barato).
    Não sou a favor de elitizar o “futebol”, sou a favor de eltizar o Brasil como um todo, investindo em educação, só assim, independentemente da classe social será possível assistir aos jogos.
    Será que esse será um legado que a Copa-14 deixará?

    O que acha Janca?

    Obrigado.

    • janca

      Confesso que não sei, Rafael, mas pode ser um dos legados da Copa, sim. Não o de elitizar o futebol, que pode vir a ser algo complicado para o próprio esporte, mas o de se preocupar mais com o torcedor, seja de que classe social ele for. Porque o torcedor ainda é a alma do negócio, ou melhor, do futebol. Abs.

  • @R9Sal

    Preço dos ingressos para jogos do Corinthians concordo que são caros.

    Já o sistema de vendas é excelente.
    Pelo programa Fiel Torcedor tem preferencia de compra aqueles que são mais assiduos, tem mais ingressos comprados. O que sobra é reservado ao restante dos socios do programa que tem até 3 dias antes do jogo em questão para fazer a compra. Se ainda assim sobrar ingressos estes são vendidos nas bilheterias por 2 dias

    Dessa maneira há pelo menos 3 anos não se tem noticia de filas quilometricas pra jogos do Corinthians no Pacaembu. A venda pela internet é realizada para TODOS (não só Libertadores) os jogos e a fila é no maximo virtual. Aquele jogo contra o Figueirense é uma das pouquissimas exceções pois a diretoria resolveu fazer uma promoção de ultima hora o que acabou gerando problema.

    • janca

      Pelo que sei o sistema de vendas é tido como muito bom mesmo, já escutei vários elogios ao seu funcionamento. Mas o ponto em que bato é que nem todos têm acesso à internet pra fazer compras e acho que espaços populares em estádios não devem ser descartados. E gostei de ver que o Andrés pensa do mesmo jeito.

  • Sr. Emiliano Quenca, torcedor “mais pobre” é o que causa “mais confusão no estádio”? Tem certeza que é isso mesmo? Com todo respeito, está cheio de “filhinhos de papai”, como devem ser os seus filhos, envolvidos em sequestros-relâmpago, roubos a casas lotéricas, invasões a condomínios de luxo e, também, em torcidas organizadas de grandes clubes. O sr. sabia que, na Europa, a maior parte dos vândalos possui alto poder aquisitivo? Que Os maiores baderneiros são de famílias abastadas? Explica isso, então. Esse raciocínio seu é fruto de uma elite burguesa estúpida que se julga superior e tem mania de desqualificar os que não têm a mesma condição econômica e social. Fique atento, pois ao levar seus filhos ao estádio, vocês podem ser vítimas de “filhinhos de empresários bem sucedidos” como você. É nojento que pessoas ainda existam e mais nojento ainda é ter que ler esse tipo de imbecilidade dessa elite burguesa metida a besta que existe no Brasil.

    • janca

      Putz, Bruno, esqueci dos “filhinhos de papai”, muitos dos quais ainda dirigem feito loucos e fazem de seus automóveis uma arma.

  • ageu c. b.

    Janca, voce disse tudo, e esses dois senhores, Emiliano e Tato, devem viver no mundo da lua.
    O Sr. Emiliano ter essa ideia de que violencia vem só dos probres e q o futebol tem que ser elitizado, e o Sr. Tato dizer que isso é ter coragem é não ser hipocrita: ambos esao sendo hipocritas, racistas inrrustidos e xenofabos sim.
    E vc foi bem em dar o exemplo da Alemanha nas duas guerras mundiais, onde a elite queria trucidar a população, não só da Alemanha como do planeta.
    Depois esses dois senhores vem afirmar aqui que a violencia está associada à pobreza, é para ficar revoltado sil, é caso de policia.
    Darei apenas alguns exemplos passados e atuais, de que a violencia é algo comum de todo ser humano.
    SANDRA GOMIDE QUE FOI ASSASSINADA A SANGUE FRIO PELO ”SANTO” PIMENTA NEVES;
    SUZANA RICHTHOFEN QUE MANDOU ASSASSINAR OS PAIS;
    FARAH JORGE FARAH MEDICO DE ASSASSINOU E ESQUARTEJOU A AMANTE;
    GUILERME DE PADUA E PAULA THOMÁS QUE ASSASSINARAM DANIELA PEREZ;
    ELIZE MATSUNAGA QUE ASSASSINOU O MARIDO E O ESQUARTEJOU VIVO;

    Agora eu lhes pergunto, Sr. Emiliano e Sr. Tato, essa violencia malefica se dedica apemnas aos pobres.
    Acordem seus imbecis…

    • Carlos Eduardo

      Fato!!!
      concordo com vc!

    • Demarchi

      Concordo com o que voce disse, em partes.
      Lugares mais pobres tem sim vinculo com a violência, isso sao numeros e numeros que comprovam, porem, esta violência é causada por falta de oportunidade e educação.
      Agora achar que violência é coisa de ”pobre” é babaquice, tantos e tantos exemplos que a violencia é algo da raça humana e nao de uma determinada classe social.

    • Tato

      Ageu:
      Você precisa de algumas aulas de interpretação de textos rapaz. Não entendeu nada do que postei.

      • Tato

        Ah Ageu, aqui vai a definição de hiprocrisia:
        “A hipocresia é o ato de fingir que se tenha qualidades, idéias ou sentimentos que na realidade não se possui.
        A provem do Latin hyposrisis e Grego hypokrisis que significam ação de desempenhar um papel”

  • Carlos Eduardo

    Olha é triste de ler um comentário igual ao do Emiliano, apartir disso dá pra perceber que o SR EMPRESÁRIO BEM SUCEDIDO, é na verdade, bem sucedido e BEM TAPADO!
    O Janca fez um comentário apontando um problema visível e crescente. Jogar o problemas nas costas dos outros não resolve nada, só cria intriga e revolta.

  • Carlos

    O Santos apelou de todas as maneiras, antes, durante e depois do jogo em que foi derrotado pelo Corinthians na Vila Belmiro.

    Show de falta de ética, de desportividade e de vergonha na cara: entrevistas desrespeitosas ao Corinthians, contusões “misteriosas”, bombas no treino corinthiano, rojões nas proximidades do hotel corinthiano durante toda a noite e manhã que antecederam a partida (não coibidos pela polícia), ovos no ônibus da delegação, ofensas pichadas no caminho dos corinthianos ao estádio, refletor apagado no aquecimento dos goleiros corinthianos, cuspidas, copos de água (?) e capacete para dentro do gramado, agressão de Neymar a jogador corinthiano, o ridículo apagar dos refletores no contra-ataque corinthiano que poderia decidir a semifinal, o grotesto e incoerente chororô do presidente santista depois da partida…

    E o principal motivo de indignação e preocupação dos corinthianos: a arbitragem claramente tendenciosa contra o Corinthians, mais uma nessa competição organizada pela duvidosa Conmebol, presidida vitaliciamente pelo sinistro, são-paulino, cidadão santista e anticorinthiano Nicolás Leoz.

    Agora o Santos fala em jogar bola… Na verdade, resgata o discurso prepotente que antecedeu a primeira partida (enquanto que o Corinthians, por seu lado, mantém a discrição dos jogadores e a transparência da comissão técnica dos dias que antecederam o primeiro confronto).

    Que o Santos limite-se, realmente, a jogar bola. Que conquiste sua vaga na final da Libertadores, se fizer por merecer dentro de campo, no jogo jogado, exclusivamente. Ou que se resigne com a sua desclassificação e com o triunfo corinthiano. Chega de baixaria, falcatruas e ódio recalcado.

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