Ex-jogadores comentando



Muita gente pergunta o que acho de ex-jogadores ocupando espaço na TV comentando jogos de futebol. Sei que há jornalistas que não gostam, talvez até por verem um lugar que poderia ser seu preenchido, mas considero uma “concorrência saudável” e com a qual todos podem ganhar. Especialmente o público.

Não vejo problema nenhum e sou contra reserva de mercado pra quem tem diploma, inclusive porque jornalismo se aprende na prática e não deve excluir profissionais com outras formações. Um biólogo pode virar um excelente jornalista especializado em ciência, um economista/administrador, um ótimo jornalista econômico, um cientista social/político, um baita jornalista político. E por que não um ex-jogador se tornar um bom comentarista ou jornalista esportivo?

Se dá audiência e o público gosta, se emissora x tem interesse em contratar um ex-atleta porque gosta de seu trabalho, qual o problema?

Hoje temos vários que têm se dado bem em canais de TV aberta ou fechada e acho legítimo. Gosto do trabalho de alguns, não gosto do trabalho de outros, mas não é difícil agradar a gregos ou troianos?

Um ex-jogador, como um ex-técnico ou um ex-árbitro, para citar outros dois casos também, cada um pode dar uma visão diferente sobre o esporte, a visão de quem já esteve lá dentro, de quem viveu a concentração, o vestiário, a pressão da torcida, uma visão que a maioria de nós não têm.

Dominar a língua portuguesa é importante? É uma premissa básica, claro. E há vários ex-jogadores de diferentes modalidades, seja do futebol, do vôlei, do basquete, da ginástica, do que for, que dominam, como há vários que não dominam bem e têm de aprimorar a “linguagem” antes de ir à telinha. Isso depende deles e das emissoras que os contratam.

Nunca gostei de comentar, como já disse algumas vezes não é minha praia, prefiro a periferia do futebol, observar e estudar o comportamento da torcida, os bastidores, ações de marketing, nunca tive um olho tático apurado, gosto mais de um jogo pela emoção do que pela técnica e/ou esquema adotado pelos times e sou contra notas pra jogadores.

Quando trabalhei no dia a dia de Esporte da “Folha”, entre 1994 e 2004, e depois no LANCE!, em 2004/2005, evitava ao máximo cair na roubada de avaliar a atuação dos 22 jogadores (às vezes 28 com as substituições). Porque aí a subjetividade é tão grande que você pode cometer e certamente comete uma série de injustiças. Mas isso é outra história.

O que defendo é que no jornalismo haja espaço pra todos se expressarem. E que os ex-jogadores possam ocupar seu espaço, seja como técnicos, olheiros, comentaristas, apresentadores, dirigentes, por que não?, ou até em outros ramos de atividade. Pois, como costumo dizer, o mundo é muito mais do que uma bola.



  • Tiago

    Você consegue defender o Neto? Sensacionalista, não consigo ver Band com ele, quer aparecer mais que o jogador, humilha quem tá em campo, ele se esqueceu que um dia jogou bola? Quando era jogador e gordo não gostava que ninguém falasse dele, virou “jornalista” e corneta todo mundo. A TV precisa de mais sobriedade.

    • janca

      É que não estou discutindo A ou B, Tiago, apenas dizendo que há espaço pra todos e o Neto com certeza tem o público dele. Se não tivesse a Band não o deixaria no ar. Talvez fale a linguagem do boleiro, por que não?

      • Rocinha

        vc quis dizer ex flamenguistas e corinthianos né?deveria ter um comentarista pra cada grande clube,torcedor declarado!pq o único imparcial é o junior,o resto puxa saco pra manter o trabalho!!!!!

        • Jairo

          Cara não é só o Júnior.
          Tem o Casagrande, Falcão (qdo este estava em atividade) e o Caio que está se saindo melhor q a encomenda eles são bons e imparciais.
          Agora a galerinha da Band…não é só o Neto, Denílson o Dr Osmar então…só Jesus na causa.Na só Edmundo com o seu português sofrível e o Mauro Beting.

          • janca

            O Mauro Beting acho ótimo. O Falcão muitos tinham como o Caio, muito politicamente correto, eu gostava dele como gosto do Caio também. E gosto do Casão. Cada um em seu estilo. De certa forma tem lugar pra todos, porque as opiniões aqui sobre os próprios comentaristas são divergentes, como você está vendo. E gostei de ver o Falcão voltando a ser técnico, isso mostra que temos mil possibilidades na vida.

          • Rafae

            Gosto do Casagrande mas acho que o medo que ele tem de ser taxado de Corinthiano, faz com que não veja um ponto bom, tá sempre muito ruim… algumas vezes ele está até certo, mas chega a parecer perseguição.

    • Batista

      Sou Corinthiano, mas convenhamos, se é desconfortável ouvir os comentários do Neto. Imagina então a medilcriedade de um palhaço chamado Denilson. É brincadera. O cara parece um tarado em rede nacional. Só sinto não ter outra emissora para competir com o jogo aberto em rede nacional.

  • Peixe

    Estudo jornalismo e é uma injustiça colocarem ex-jogadores que nem falam direito o português na TV. Principalmente emissoras de TV aberta querem retorno fácil e apelam pro popularesco e o sensacionalismo pra atrair audiência. Audiência não significa qualidade. Não gosto do Neto, não gosto do Caio, da Globo, apesar de ele falar um bom português, pois se era pra contratar ex-jogador por que a Globo não contratou um que tivesse feito história em campo? O que o Caio fez? Ele está sempre em cima do muro, fala o óbvio, o politicamente correto, não acrescenta nada. ESPN tem mais credibilidade porque tem jornalistas como Juca Kfouri e PVC. PVC não foi jogador e conhece mais tática que todos eles juntos.

    • janca

      Audiência não significa qualidade, ok, mas reserva de mercado tampouco significa qualidade. Pelo contrário, pode levá-la lá pra baixo ao diminuir a concorrência. Em relação ao Caio gosto dele como comentarista, sim, pode não ter ido à Copa como jogador, mas teve uma boa carreira aqui e lá fora, tem conhecimentos e pelo jeito a Globo está contente com seu trabalho. Eu, como disse, gosto dele como pessoa e como comentarista. Já sobre ESPN, acho o canal excelente, investe em jornalismo, notícia, informação, conteúdo, principalmente conteúdo e isso considero bem bacana. Mas o Juca, que você citou, não é formado em jornalismo e é excelente jornalista. Como há profissionais na própria ESPN que são, como o Arnaldo Ribeiro, que também é um baita profissional e entende muuuito de futebol. E não foi jogador.

      • Alberto

        Janca, acho que o empregador contrata quem ele quer, isso é o primordial, como você disse em um comentário acima, se A ou B não é bom, a emissora não o manteria no ar. O próprio povo “contrata” político corrupto, que rouba milhões, e fica preocupado com o português do Neto… A Band anos atrás tinha o Rivelino e o Gerson, duas referências mundias, mas mesmo assim não fizeram sucesso. As emissoras claramente preferem a audiência dos que criticam, do que não ter audiência, concorda ?

        • janca

          Acho que é por aí, sim, Alberto. Concordo com o que você escreveu, penso de forma parecida. O empregador contrata quem quer e muitas vezes, por mais que digam que não, os que criticam gostam de ver os criticados até pra criticá-los mais. E dão audiência ao canal. Se quisessem poderiam até tirar o som, como sinalizou alguém aqui no blog. Abs.

  • Tato

    Acredito que, como em qualquer segmento, têm os bons e os ruins. Gosto muito do Caio Ribeiro, mas quando vem com o Galvão no pacote aí não suporto. O Casagrande acho meio sem embasamento nenhum, lógica. O Muller é horrível, já o Neto acho “bão dimais da conta”. Explico: Quando vejo o Neto comentando, ainda mais se eu estiver tomando uma no boteco do lado de casa, me sinto capaz também de ser comentarista na TV, hehehehe. Não só eu, mas qualquer que estiver junto lá tomando uma se sente capacitado para tal tarefa. Concluindo: O Neto é “qui nem nóis”.

    • janca

      Mas quando você diz que o Neto é “qui nem nóis”, ou seja, um cara que fala a linguagem do povo, isso não pode ser visto como algo positivo? E o Muller é boleiro, o que é bom, teve experiência na Itália, foi da seleção, esteve em Copa, ele pode usar esse diferencial como um ponto positivo no mercado. Assim como o Casagrande, que foge mais do “politicamente correto” e isso acho ótimo. Já o Galvão todos criticam, mas na hora do jogo da seleção tá todo mundo ligado nele. Respeito sua opinião, Tato, claro, mas vejo como é difícil contentar todo mundo. Logo acima um internauta criticou o Caio, você já diz que gosta muito dele, há, enfim, diferentes opiniões e é bom que seja assim. É que nem em convocação de seleção. Unanimidade é impossível. E talvez seja mesmo burra, como já dizia o genial Nelson Rodrigues.

      • Tato

        Sim Janca, nem sempre quando ligamos a TV estamos atrás de “conhecimento”, na maioria das vezes queremos mais é entretenimento mesmo. O Neto acho positivo a linguagem dele, tanto que gosto. O que fica chato é quando o cara quer passar uma imagem que não corresponde a realidade, querendo se passar como “entendido” “especialista” no assunto enquanto só fala besteira. Ontem mesmo estava assistindo Ucrania x Suécia (Sportv) e o comentarista, que deve ter feito o dever de casa, falou que a Ucrânia não poderia aspirar a nada nessa Eurocopa, mesmo estando em casa e contando com o apoio da torcida. Explicou a má fase do Shevechenko que já está com 35 anos, e a má sorte da Ucrânia em cair junto com Inglaterra e França, além da Suécia que apesar de meia boca é mais forte que a Ucrânia. Bom, falou um monte de dados, esquemas táticos, características dos jogadores, notícias, tudo para corroborar com seu prognóstico e… não é que a Ucrania ganhou de virada com dois gols do “Sheva”. Não digo que a Ucrania vá longe, também acho que não se classifica para a próxima fase, mais isso mostra como o futebol é apaixonante por nos surprender e como um monte de informações e dados (apesar de ajudar e ter quem gosta) não é tudo para se fazer um bom comentarista.

        • Tato

          Mas tabém compartilho da opinião de que um diploma de jornalista não é e nem deve ser pré requesito para se exercer a função de comentarista.

        • janca

          Oi Tato. Interessante o que você colocou. O comentarista, se não me engano, era o Raphael Rezende, que acho bem competente. Mas as visões são diferentes. A de cada um de nós. Percebi que ele ficou surpreso com a vitória da Ucrânia, com a própria atuação do Schev, quando eu achava que o jogo seria outro, mais favorável à Ucrânia do que à Suécia. O fator casa e a motivação dos ucranianos pesam muito. Não fiquei surpreso pelo resultado. Talvez ele tenha caído do cavalo, mas foi corajoso ao se expor, dar suas opiniões, que não se comprovaram na prática, digamos assim, já que o futebol prega peças. Não acho que tenha sido o caso de ontem, quando a Ucrânia tinha o favoritismo. Pra ele talvez o favoritismo fosse da Suécia, são opiniões diferentes. Mas por mais que eu tenha torcido pela Dinamarca (e torci) contra a Holanda, achava que a Holanda ganharia e com facilidade. Futebol tem dessas… Errei feio. Mesmo Polônia x Grécia me surpreendeu. Tinha a Grécia como azarão do grupo e empatou e por pouco não venceu os poloneses, que tinha como favoritos pro jogo. Também não esperava os 4 a 1 da Rússia, acho e já achava que a Rússia poderia fazer uma boa Eurocopa, mas não a via como favorita diante dos tchecos. E não só ganhou como goleou. Mas entendo o que você quer dizer. Inclusive quando fala que de vez em quando queremos mais entretenimento do que “conhecimento” e especialistas analisando jogos. Pra mim muito número cansa. E muitas vezes não prova nem comprova nada, especialmente porque as análises acabam sendo feitas de maneira superficial. Abs. pra você, Tato, boa terça, Janca

      • Luiz Marfetan

        Jogos da seleção baixo o volumem para não ouvir as abobrinhas costumeiras do galvão. Outra coisa, lamentavelmente para nós Brasileiros e a unica opção. O poder economico e sinonimo de monopolio.

  • ageu c. b.

    Peixe, vc é um babaca, não deve entender nada de futebol, quem tem que comentar futebol são ex jogadores sim, pois já estiveram em campo, e não jornalistas, q nunca pegaram em uma bola, com comparações à parte, vc acha correto, colocarem um politico q nunca pegou em uma vara de pescar, seja colocado no ministerio da pesca???é quase a mesma coisa…

    • janca

      Mas também há muitos jornalistas competentes comentando, caso do Maurício Noriega e do PVC, apenas pra ficar em dois exemplos, Ageu. Abs.

      • janca

        Sobre o Ministério da Pesca prefiro não opinar, Ageu _rs. Tampouco sobre o de Esporte, o de Transportes, o do Trabalho…

  • Marcos

    O Neto, é horrivel(semi-analfabeto),O Denilson(fica em uma de dançarino,e não diz nada com nada),a Renata(só tem a presença,acefala,sem postura feminina),O gordinho,que não lembro o nome(não fala nada com nada),então pergunto Janca, como pode ter audiência aquele programa,pois mais que não goste da Globo,ainda é melhor.

    • janca

      Talvez porque é um programa mais popular, não sei, mas público deve ter. Se não tivesse a Band não deixaria no ar. E acho que tem público pra tudo. Confesso que vejo mais a Globo, mas vejo mais ainda os chamados canais de TV fechada.

  • EU TAMBEM ACREDITO QUE O NETO TEM SEU PUBLICO, A HIENA COME MERDA O ANO INTEIRO

  • OLHA JA TIVEMOS COMENTARISTA OTIMOS PERTO DE HOJE E BRINCADEIRA E SO VER JUARES SOARES,MAURO NOBREGA,DIRCEU CABRAL,JOTHA SANTOS,GEORGE LUNARDI,HOJE TEMOS NETO,DENILSON,ULISSES COSTA,QUANDO PODERIAMOS TER UMA PALOMA TOSSI EM VES DE RENATA FAN NE CUIDADO BAND COM A AUDIENCIA PODE MELHORAR ESTA UMA PIADA A GENTE ATE VE COMO PIADA FALAT TUDO COMENTARIOS MAIS CLARO E ATE UMA FALTA DE UM PORTUGUES MAIS CORRETO E MAIS DISCIPLINA PRINCIPALMENTE PARA QUE FOI MUITO MAL EXEMPLO COMO JOGADOR EU COLOCARIA A PALOMA PARA APRESENTAR O RPOGRAMA QUE O NETO TOCA NAO TEM DISCIPLINA VERBAL PARA TAL FIM MUITO MAL TALVES MELHORACE ATE PARA ELE

    • eu

      Aprimore sua escrita…

  • O neto comentando futebol e um cachoro latindo, pra mim, não tem nenhuma diferença…

  • Luiz Fernando

    Janca, Bom dia!
    Também não vejo muito problema em ex-jogadores serem comentaristas de futebol. Não acredito que diploma é sinal de bom profissional e também não acredito que para comentar algum assunto seja necessário ter vivenciado o assunto, basta apenas ter um raciocínio lógico e não ser incoerente.
    É injusto com ex-jogadores o que alguns jornalistas fazem de “detonar” o ex-jogador comentaristas, afinal o que foi João Saldanha (Se não estou enganado) um ex-jornalista que virou técnico?
    Abs

    • janca

      Isso mesmo, Luiz Fernando. Concordo com tudo o que você escreveu, inclusive sobre o João Saldanha. Se um jornalista vira técnico e se mostra competente na nova função, por que não? Se bem que aí também vai aparecer o preconceito, como o que ainda há com ex-jogadores comentando futebol. Mas penso como você, Luiz Fernando, sobre esse assunto. Abração, Janca

  • Bla bla bla

    Nada contra desde que tenha qualidade o Muller por exemplo é ruim demais, o Neto as vezes fala alguma com sentido mas as vezes também defeca pelo microfone (lembram na época da copa que era só o cara cobrar um lateral certo que já deveria ser convocado), o Casagrande até que é legal mas tem um problema de dicção feio… O que fala um pouco melhor é o Caio. Mas no geral pra mim não faz tanta diferença (tirando o Muller que não dá). Agora uma coisa que me irrita de verdade é comentarista de arbitragem, meu Deus que coisa inútil e chata.

  • Luiz Marfetan

    Não gosto do neto e tampouco do caio. Muito menos do junior, todos os comentarios de lhe são tendenciosos, mais quando envolvem times do rio. Em compensação gosto do Casagrande e o unico que contradis o “abobrinha mor” da globo. Diz o que acha não o que querem que diga.

  • adams

    Janca, bom dia. Sempre leio seus posts e as vezes comento. Acho todos os comentários (de jornalistas ou jogadores), ‘pasteurizados’. Ou seja: é como se houvesse um curso, onde ensinassem a eles o que dizer pra agradar ao telespectador (ouvinte). Não considero esses comentários, ‘honestos’. Desde 2003, raramente eu ouço comentaristas quando assisto a uma partida de futebol. Explico: em 2003 assistindo a um FLAxflu, nos primeiros 10 mins, o FLA levava um sufoco. Aí o narrador perguntou ao comentarista (q ñ vou revelar o nome): ‘fulando, q deve fazer o FLA pra sair desse sufoco?’. Fulano resp.: ‘Eu não sei. Mas seja lá o q for, deve fazer rapidinho!’. Ora, eu pensei, se ele não sabe, pq eu perco meu tempo ouvindo seu comentário? Aí tirei o som da tv. Desde lá, raramente ouço comentaristas. Não preciso de alguém pra dizer q meu time tá jogando bem ou mal. Isso eu posso ver. Assim, deixei de ser, como disse o Parreira, ‘caixa-de-ressonância…

    • janca

      Oi Adams. Achei interessante o que você escreveu, mas se pensar bem não achou divertida a resposta do comentarista a que você se referiu? Pois às vezes o cara é pego no susto. Sei lá, um time perdendo por 3 a 0, o que você faria pra mudar o resultado faltando 10 minutos pra terminar o jogo? Às vezes nada. A resposta que parece a mais imbecil pode ser a mais inteligente. E honesta. E concordo que parece haver essa pasteurização que você vê… E é difícil sair dela. Acho mais fácil sair com textos escritos, talvez você tenha mais tempo pra pensar, mais tempo pra sair da obviedade, mais espaço… Na TV dizem que o segredo é ser direto no ponto. E pra quem é prolíxico pode imaginar que não é nada fácil. Mas entendo o que você diz e concordo, tirando essa resposta (“não sei, mas seja lá o que for deve fazer rapidinho”) que é bem inteligente, honesta e divertida. E a gente tem que ter um pouco de senso de humor também, o que não quer dizer virar comediante. Mas senso de humor é necessário. Abs. Janca

  • Gosto da maioria dos comentáristas apenas não suporto o Mauro Cezar Pereira da ESPN,quando ele aparece no video mudo de canal na hora.
    Parece um garoto mimado de 12 anos que não aceita opiniões contrárias.

  • Na minha opinião, a discussão é completamente desnecessária. Qualquer um pode ser comentarista de futebol, até porque é a profissão mais cômoda do mundo. Pode falar qualquer barbaridade que não haverá consequência alguma.

    • janca

      Não é bem assim… Ainda mais com muita gente pensando isso e com inveja de quem está lá e atacando, atacando, atacando, muitas vezes escondido pelo anonimato.

  • Rodolfo Dias

    Ah amigos
    Queria ver o Mauro Cezar Pereira na tv aberta, sei que nunca verei, mas vale a pena sonhar
    ESPN disparada a melhor, SPORTV no maximo mediana
    band, eh a borra da sociedade jornalistica

    • Corinthiano da Gávea

      ESPN: Mauro Cesar, Eduardo Monsanto, José Trajano, Juca Kfouri, Mauro Cezar Pereira, PVC e Paulo Calçade (o melhor de todos).

      Outros bons: Kleber Machado, Mauro Betting.

  • Corinthiano da Gávea

    Há bons comentaristas ex-jogadores, como Junior, Tostão, Gerson e Casagrande, mas a grande maioria dos comentaristas da TV aberta são insuportáveis.

    Da Band só se salva Luciano do Valle, Mauro Betting e Edmundo, o resto é lixo.
    Eu tenho nojo de Neto, Denilson e Ronaldo. O programa esportivo da Band é sofrível e há excesso de enrolação e de brincadeiras imbecís. A Renata Fan, com aquelas pernas tortas e arqueadas tipo cowboy poderia ter um programa sério. Ela não se valoriza e se queima apresentando um programa estúpido como o Jogo Aberto. Há alguns anos o programa esportivo da Band foi eleito o mais “lixo” da TV aberta, inclusive ganhou troféu.
    Milton Neves é outro que me dá nojo. Ulisses Costa quando abre a boca eu tenho vontade de vomitar. Teo José é péssimo. Dirceu Maravilha e Fernando Fernades como comentaristas são péssimos, seria melhor eles ficarem só na função deles ao invés de se aventurarem como comentaristas.

    Globo: Galvão Bueno me dá nojo. O programa esportivo da Globo nas manhãs de domingo está cada vez pior e não tem mais como assistir.
    O da Rede TV felizmente foi extinto.

    Só de fazer esse comentário eu já fiquei com o estômago embrulhado.

  • Jacinto Guanabara

    Caro Janca, Concordo com você. Não vejo problema algum em ex-jogadores serem comentaristas. Acho até interessante, pois eles tem a vivência do futebol, o dia a dia dos boleiros, histórias pra contar. Sabem melhor do que qualquer jornalista o que acontece nos vestiários, nos bastidores do futebol. Entretanto, creio que é preciso competência, o que infelizmente, poucos deles tem. Pegando rapidamente 3 exemplos de ex-jogadores que estão atualmente comentando em canais de televisão.
    – NETO: Péssimo comentarista, além de mau-cárater. Desde os tempos e jogador mostrava seu mau-caratismo, e o trouxe para sua nova função, a de comentarista. Agride verbalmente quem precisar,fala inverdades, defende exdruxulamente seu time de coração sem nenhuma vergonha na cara. Foi responsável pela demissão do seu colega do Lancenet, Benja, simplesmente por que este discordou dele em relação a convocação do Ronaldo para a Copa de 2010. Passa por cima de quem precisar pra conseguir o que quer. Fala de uma maneira grosseira e com uma linguagem chula. É irritante e insuportável.
    – MULLER: Foi um grande jogador, ganhou rios de dinheiro nos tempos áureos de sua carreira, jogando em grandes clubes do Brasil e também da Europa, além de servir a seleção brasileira. Gastou todo esse dinheiro com prostitutas, bebidas e carros importados. Hoje se faz de vítima e pede caridade. Foi atendido. Colocaram-no no SporTV por pura caridade. E ele faz um trabalho péssimo, com comentários óbvios e rídiculos. Vive se engasgando na hora de falar e utiliza-se de uma linguagem às vezes incompreensível.
    – CAIO RIBEIRO: Ele é o queridinho. Sempre defendendo todo mundo. Sempre adepto da política da boa vizinhança. É tão medroso que não tem nem coragem de falar quem seria o favorito pra um determinado confronto. Sempre vai com o “Ambos podem vencer, ambos tem boas equipes, ambos tem bons jogadores, que podem decidir”. Sempe a mesma ladaínha que ninguém aguenta. Se for pra ouvir comentários assim, é melhor deixar a televisão no mudo. É um comentarista sem opinião. Tem medo de opinar e por consequência disso se indispor com alguém. Assim fica difícil.
    Na minha opinião, pode-se sim utilizar ex-jogadores na televisão, na transmissões dos jogos e nas mesas redondas, contudo é preciso que haja competência por parte dos mesmos, e não colocá-los lá apenas por ter um dia joagdo bola.
    Abraços

    • janca

      Confesso que desconheço boa parte do que você cita aí, não quero defender ninguém, mas não sei a que episódio do Benja você se refere, o Sportv não contratou o Muller por caridade, agora que o Caio talvez não goste de se arriscar é um direito dele. E até gostaria que se arriscasse mais, talvez com o tempo ele vá se expondo mais, deixando de ser o bom moço, digamos assim, e descontentando A ou B ao expor mais o que realmente pensa. Acho que pouco a pouco ele até tem feito isso, mas talvez bem pouco e você esperasse mais. Pode ser. Ah! E também acho que o simples fato de ter jogado bola não dá competência a ninguém pra trabalhar em TV, rádio ou jornal. Mas também não impossibilita. Pode ser um diferencial importantíssimo desde que outros requisitos sejam preenchidos.

  • dilson motta

    Janca, Parabéns pela sinceridade. Você é muito bom no blog, te acompanho sempre. Já na Tv, não gostava de ver voce comentando. Agora entendo o porquê. No futebol temos alguns tipos de comentaristas. Os que entendem e expressam sua opinião, como Junior, Casagrande, Paulo Cezar Caju. Os que não entendem e pensam que entendem só porque jogaram como o Neto e o Muller. O Caio entende mas fala o que a emissora quer que fale, um disperdício. O Pelé mesmo não entende nada de futebol, só fala besteira, mas no campo foi de outro planeta. Jogar e entender o jogo de fora são situações completamente diferentes. Nos jornalistas acontece a mesma coisa. O Villarom, o Paulo Cesar Vasconcelos e o Lofredo sao ruins demais. O PVC entende mas está chato com os esquemas 3-4-1-2, 4-2-2-2 e outras “linhas de ônibus” e o bom Mauro Beting tá indo no mesmo rumo. Futebol é mais simples dentro de campo e o povo que assiste entende. Nem comento sobre o Simon na Fox é bizarro! abraço e sucesso!

  • Claudio de Oliveiras

    Bom dia Janca
    Na minha opinião o melhor canal esportivo e a espn brasil.gosto de todos os programas e pra mim os comentaristas da emissora são os melhores,na tv aberta tanto narradores como certos comentaristas são muito mais torcedor…Lendo alguns comentarios e a maioria esmagadora odeia o Neto que pra mim não fede nem cheira,a Globo tem comentarista bons, a Bnad tem alguns..
    Hoje não abro mão da ESPN BRASIL

    • janca

      Mas o Sportv ainda tem os melhores eventos, o Brasileiro, por exemplo, não passa na ESPN. Agora como você acho o jornalismo e o conteúdo da ESPN Brasil muito bom. Abs.

      • Claudio de Oliveiras

        Respeito sua opinião Janca mas nem sempre ter o melhor conteudo é ser melhor que o outro,abraços.

  • CB

    Não vejo problema em ex jogadores comentando, desde que acrescentem valor ao programa/transmissão.
    Caio é bom, pois é coerente, tem conhecimento, se expressa de forma tranquila e consegue colocar o que pensa de modo claro. Já o Muller, que foi muito mais jogador que o Caio, é MEDÍOCRE como comentarista. Ele pode até ter a vivência, mas não consegue se expressar de maneira clara, parece um louco quando comenta. Fala em alta velocidade e quase nunca consegue agregar valor À discussão.
    Com relação ao Galvão, Janca, na esmagadora maioria das vezes quem o procura em jogos da seleção são aqueles que não têm TV a cabo, ou seja, aqueles que não tem outra opção, ou quem é ignorante, que quer uma transmissão parcial ao extremo, que vai ficar defendendo a seleção o tempo todo. Desculpe, mas a transmissão do Galvão Bueno é claramente direcionada a quem não tem muito cérebro (grande parte da população), o faz sentido, pois a emissora quer audiência. Galvão é talentoso como comunicador, mas é INSUPORTÁVEL!!! Fala a verdade, se vc puder optar entre Galvão e Milton Leite quem vc vai escolher??
    Abraços!! Sou fã do blog!!

    • janca

      Oi CB. Eu discordo muito de várias opiniões do Galvão, várias, principalmente sobre seleção, mas muitas vezes assisto aos jogos pela Globo, mesmo tendo “TV fechada”, até pra escutar o que ele está dizendo, concordar ou, muitas vezes, como disse, discordar. No último sábado vi Brasil x Argentina pelo Sportv e não era o Milton narrando, já que ele está na Euro. Mas o Milton realmente tem dado uma nova cara às transmissões, narra muuuuuito. Abs. Ah! E valeu pelo elogio, Janca

  • jorge cg

    Aconselho as emissoras a contratarem os meninos do Cartãozinho Verde da TV Cultura como comentaristas de futebol, o teor da análise é o mesmo, seja dos ex jogadores como dos profiionais com diploma.

  • eduardo

    Quando é que as pessoas vão entender que não são obrigadas a assistir TV……

    • janca

      Isso é verdade, Eduardo.

    • janca

      Ainda mais pra se irritarem depois _rs.

    • Claudio de Oliveiras

      Naõ são obrigados mesmo

  • Claudio de Oliveiras

    Mauro Cezar,PVC,Calçade,João Albuquerque(vulgo canalha) anima as tardes de semana e simplesmente são os melhores e acredito que eles são comentaristas de primiera linha,são profissionais que comntam os dois lados da moeda..Quando duas equipes sem enfrentam em qualquer competição eles comentam sobre os dois times e não enchem a bola de um time so como na maioria dos comentaristas.É preciso reciclar esses comentaristas porque é muito conversa fiada e uns aí querendo ser o maior..Pra mim não existe um progama de mesa redonda do quilate do Linha de Passe,são os melhores..A espnbrasil tem meu respeito,abraço.

    • Flavio Rodrigues

      Como isso é relativo né, respeito sua opinião, mas, na minha opinião, Mauro Cezar é muito ruim e imparcial…

      • Fabrício Andrade – Porto Velho/RO

        Oxe, não entendi. Quer dizer que a imparcialidade do Mauro César o faz ruim?!?!

    • Flavio Rodrigues

      Os demais, concordo, são ótimos, e cito ainda do ESPN o Antero Greco, tb acho mto bom, mas, só pra ilustrar como isso é bem pessoal mesmo…

      • Claudio de Oliveiras

        O Mauro Cezar exagera um pouco mesmo amigo mas pra comnetar ele é o melhor,o PVC tem uma leitura excelente sobre times do passado,o Antero tambem é muito bom.

        • janca

          Também gosto muito do Antero. E do Mauro Cezar. E do PVC. A ESPN tem uma equipe muito boa.

  • Flavio Rodrigues

    Concordo muito com o que vc postou… e gosto é gosto… mas eu falo de dois que a meu ver, são dois extremos…
    O Neto no começo eu gostava, mas agora segue uma linha sensacionalista, e não me agrada, falta com respeito aos profissionais e muitas vezes até mesmo com que o assiste… isso eu acho ruim mesmo, tem de ter muito estomago… tem q goste, e gosto é gosto… O Caio, por mais sem graça que dizem que ele é, o típico comentarista padrão globo… entende muuuuito de futebol, isso com certesa… confesso que alguns cometáristas me dão arrepio, mudo de canal na hora, independente de ser ex-jogador ou não, to no meu direito, rs, mas, no geral, não tem jeito, se a gente não gostar de um comentarista pq não concorda com o que ele diz, não vai gostar de ninguém, pq uma hora ou outra vai divergir com a nossa opinião, não tem jeito…

  • Douglas

    na boa……todos esses comentários são válidos. Mas temo que entender que ao contrário do monopólio da rede globo de televisão…tudo no Brasil não é unanime….sempre fulano x não vai agradar sicrano y e assim por diante. o tema do assunto é interessante…mas percebi que as pessoas alem de terem opiniões diferentes não conseguem ter atitute ao invés de opinião sobre coisas mais interessantes como estadios sendo contruidos com dinheiro publico e coisas assim…Gostaria de ATITUDE e não opinião….mas como isso não vai acontecer mesmo, vamos esperar o caos mesmo…Janca, sempre vi seus posts, mas nunca parei lê-los por completo e confesso que fiquei muito feliz com sua sobriedade e coerencias sobre os assuntos discutidos inclusivve nos comentários…parabens…abraços

    • janca

      Pô, obrigado, Douglas, abração, Janca

  • Carlos Eduardo

    Ótimo comentário, certa vez escrevi aqui que alguns jornalistas e comentáristas, tinham que ler seu blog pra aprender a comunicar-se com o leitor, telespectador enfim… Respeito sua opinião e o admiro por escolher o por traz do futebol, aquela periferia no qual vc citou. Mas seus comentários na TV fazem uma falta danada. Abraços!

    • janca

      Fazem nada, Carlos Eduardo, tinha gente que odiava. Mas eu gostava de participar de “mesas de debate”, isso gostava sim. E aprendi na TV muita coisa. Em SP tinha funções de chefia, penei muito no cargo, mas aprendi um bocado também. Com erros e acertos, talvez mais com os erros do que com os acertos. E muito obrigado aí pelo elogio a respeito do blog, uma coisa que faço é tentar responder boa parte dos comentários, pelo menos aqueles que pedem resposta, mas não é fácil até porque tenho outras atividades profissionais. Às vezes demoro um pouco pra responder, às vezes consigo responder mais de imediato, mas realmente acho a troca de ideias e opiniões importantes. E valeu mesmo pelo elogio. Abração, Janca

    • Concordo, Carlos; se há algo precioso no blog do Janca (além dos assuntos abordados) é a “categoria no trato” do autor para com seu leitor. Aprende-se muito com sua tolerância e paciência.

      Valeu!

      João Sassi

      • Luiz Fernando

        Perfeita colocação!!!

  • Fala, Janca! Concordo com sua opinião.

    Esse assunto é interessante, ainda que muitos prefiram enxergar tudo pela própria ótica, sem aceitação àquilo que lhe é estranho.

    O mais engraçado é que todos sabem que vivemos num país de quase 200 milhões de técnicos, mas na hora de dar voz a alguns deles, neguinho cai matando? Não entendo. Sem contar os que se dão ao luxo de comentar e criticar o Português alheio, mal sabendo se expressar num simples blog, com textos ininteligíveis, plenos em incorreções de gramática, ortografia e concordância; tão reclamando do quê, afinal? Manja macaco que senta no próprio rabo e fica falando mal do rabo alheio? Pois é, tá cheio de tipos assim…

    Por fim, o que seria do Verde se todos gostassem só do Amarelo? Viva a diversidade de opiniões! Viva a diversidade cultural brasileira! E se o Neto ou o Ronaldo Nosferatu falam mal, mude de canal, ora bolas!

    Abraço,

    João Sassi

    • janca

      Também dou vivas à diversidade de opiniões e à diversidade cultural brasileira, João. E gostei do que escreveu do macaco que senta no próprio rabo e fica falando mal do rabo alheio… Criticar é fácil e às vezes a gente não reconhece o outro lado ou não quer entendê-lo. Por isso acredito muito no diálogo, João. Abs. Janca

    • Claudio de Oliveiras

      Na minha casa a Band foi excluida,fiz isso mesmo,tenho canal por assinatura e me recuso a assistir esse tipo de jornalismo barato,ops esporte de quinta.

  • Claudio de Oliveiras

    Janca esses dias vi no youtube o Neto comemornado um gol do seu time,ele comentando o jogo pelo campeonato paulista..Acho normal o cara ter direito ter torcer pro seu time mas no audio da transmissão saiu o grito dele..Te pergunto isso não atrapalha na sua profissão??
    E com isso ele carrega esse peso de ser um comentarista torcedor.

    • janca

      Mas talvez seja uma marca dele, não sei, o Chico Lang usa isso como marketing e é legítimo. Pelo menos eu acho. Abs.

      • Claudio de Oliveiras

        A Gazeta eportiva aborda mais o futebol local de Sao Paulo como faz a Band,REDETV,enfim não perco meu tempo vendo essas emisoras.

  • Claudio de Oliveiras

    Janca compro o Diario Lance quase todos os dias,pena que aqui na minha região as bancas não estão mais vendendo..Pergunto pra vc porque certas emissoras não faz programas pra certas praças,o futebol carioca não tem um programa especifico como tem em Goias aqui em Minas,enfim so encontro noticias do meu Flamengo aqui mesmo no proprio Lancenet.vlew.

    • janca

      Putz Claudio, essa confesso que não vou saber te responder. Talvez porque em Minas haja dois times grandes, Cruzeiro e Atlético, fora o América, que está indo bem em 2012.

  • Fabrisio Cardoso

    Olá, João Carlos. Acho que honestidade é muito importante. Me perdoe por expor aqui minha opinião, mas não era muito seu fã quando fazia os comentários dos jogos pelo Sportv, mas tenho que expressar a opinião a seu favor sobre seus comentários aqui no blog abrindo a discussão em vários pontos, não fechando portas, ou seja, discutindo o assunto de uma forma extremamente inteligente, muito acima da média de outros comentaristas, que por exemplo em um lance de penalti dão opinião a favor ou contra, não dando margem á outra interpretação. Acho que não se posicionar a favor ou contra em determinadas situações pode ser correto; não ter opinião, também é opinião. Puxando um pouco para o lado de arbitragem, vejo que em muitos casos, discutir erros de arbitragem ficou mais importante que o evento, o jogo. E as vezes é um discussão inócua porque a regra dá margem para interpretação e se o arbitro interpretou de uma certa forma, há que ser respeitado.

    • janca

      Fabrísio, eu concordo com o que você diz _e até sobre não ser muito meu fã (poderia até ter colocado não ser nada meu fã, muita gente não era _rs)_ quando eu comentava no Sportv. Mas foi interessante conhecer aquele lado do balcão, se bem que, confesso, entrei numa roubada, não é minha praia comentar jogo em si. Prefiro discutir outros aspectos do futebol e isso eu até conseguia, vez ou outra, no Tá na Área, no Arena, no Redação. E disso eu gostava. Gostei do meu trabalho na Copa, pois negociei e não tive que comentar nenhum jogo. Participava de todos os programas, menos do Seleção Sportv (acho que o nome era esse), já no início de madrugada da Alemanha. E como disse aprendi muito chefiando a redação em São Paulo, talvez errando mais do que acertando, mas aprendi muito. E gosto muito do canal (Sportv), onde tenho grandes amigos até hoje. E na Globo também. Mas você coloca um ponto importante e vou dar minha opinião. A questão da arbitragem. Não sou contra analistas de arbitragem e uma das grandes dificuldades que tinha era dizer se estava impedido, se foi pênalti, pra mim era um problema. E eu estava no estádio, tinha um aparelho de TV ao lado, alguém no ponto pra ajudar, mas de repente ficava em dúvida. E entendia mais do que nunca o trabalho do árbitro, que é complicado pacas. Pode errar. O erro faz parte do jogo. E há lances que as pessoas ficam discutindo por semanas se foi falta ou não, se a expulsão foi correta, se houve pênalti… Então não dá pra crucificar o árbitro, como eu tentava não crucificar o jogador por um gol perdido que pode acontecer. É muito difícil você se colocar como juiz de tudo, entende o que quero dizer? Naquele segundo que tinha pra dizer se foi pênalti ou não seguia minha intuição. Lembro de uma vez que achei que não foi, mas depois o coordenador chamou minha atenção que o atleta caíra porque sofrera um toque por baixo, que eu não tinha visto. Nem o juiz. Pude voltar atrás, mas o árbitro não. Enfim, a vida é complicada. A de jogador, a de técnico, a de juiz, a de comentarista. Por isso ainda prefiro a imprensa escrita (pra trabalhar). Não que não vá a um programa ou outro de TV, ainda mais agora que estou me dedicando a cinema também, e isso acho um barato. Participar de programas de entrevista, interagir, disso eu gosto. Mas de comentar jogos na TV, não. Vivendo e aprendendo, Fabrisio. Abs. João Carlos

  • Kaniatti

    Boa tarde Janca,
    Mais uma vez, parabéns pelo ótimo post.

    Concordo com tudo que foi escrito por você. É impossível agradar a todos, afinal, cada um tem direito de gostar de x ou y. Eu particularmente acho o Milton Leite o melhor narrador, PVC/Caio os melhores comentaristas tático e Leonardo Gaciba, o melhor analista de arbitragem.

    Claro que muitas vezes somos “obrigados” a assistir algum jogo/transmissão com alguns narradores/comentaristas que não gostamos, mas acima de tudo, devemos respeitá-los, afinal, muito deles estão ali trabalhando sério.

    Lembrando que as vezes, temos ao menos duas opções de transmissão, portanto, basta escolher o que mais lhe agrada e ser feliz.

    Abraços.

    • janca

      É por aí mesmo, Kaniatti. Abração pra você, Janca

    • janca

      Ah! E se às vezes não podemos escolher o que mais nos agrada, que escolhamos o que menos nos desagrada _rs. Abs.

    • janca

      Vi o final do jogo da Rússia contra a Polônia, o Milton Leite de fato narra muuuito bem. E está cada dia mais em forma. Aliás acho que passam Rússia, em primeiro, e Polônia, em segundo. República Tcheca e Grécia pra mim ficam fora no sábado.

  • @R9Sal

    Há ex-atletas que hoje são comentaristas em praticamente todas as transmissões esportivas no Brasil. Não sei se é porque acompanho mais de perto, mas pra mim, os mais mediocres são os comentaristas de futebol.

    Nem sempre foi assim, na decada de 90 gostava de ouvir um Gerson, um Mario Sergio, um Tostão. Não precisavam falar mais que o narrador mais “liam” o jogo pro telespectador. Infelizmente esses que não disputam pra ver quem grita mais sumiram da Tv aberta

    Nos outros esportes vi um Fernando Meligeni comentado o recém terminado Roland Garros e ele era didático e dava uma aula em suas participações. Outro dia vi um comentarista de volei no Band Sports dando uma palestra sobre os tecnicos brasileiros quando perguntado sobre uma possivel sucessão de Bernardinho e Zé Roberto. Não se encontra debates nesse nivel em transmissões ou mesas redondas de futebol.

    • janca

      Não sabia do Meligeni, sabia que ele comentava tênis, mas foi o primeiro (você) a me dar um retorno sobre ele. E especialistas podem ser bem didáticos mesmo, especialmente em competições como a Olimpíada que começa logo mais em julho. O curioso é que na imprensa escrita eles se destacam menos. Tinha o Saldanha, hoje temos Tostão, tivemos Sócrates, agora Afonsinho, mas não predominam como na TV. Talvez porque imagem seja importante, não sei se escrevendo eles venderiam mais jornais, mas aparecendo na TV e comentando jogos talvez consigam mais audiência. Não sei. Uma hipótese.

  • Johannes

    Boa tarde João Carlos,
    Concordo com o seu ponto de vista, e creio que os ex-jogadores têm condição de atuar como comentaristas e embora existam os que falam abobrinha, alguns enriquecem a transmissão, até porquê têm jornalista que fala abobrinha também, cabe ao contratante preparar o comentarista e a ele se aperfeiçoar…o julgamento do público certamente pesará se o sujeito vai dar certo ou não,…

    • janca

      É isso mesmo, Johannes. Concordo quando você diz que cabe a quem contrata preparar o comentarista e a ele próprio se aperfeiçoar ou pelo menos tentar se aperfeiçoar. Abs.

  • RODRIGO CORNÉLIO

    renato mauricio prado,mauro cezar pereira,vitor sergio rodrigues,junior,denilson,neto,ulisses costas,muller,renata fanfarrona,ronaldo ex goleiro do timão são insuportaveis de +, agora caio,casão,edmundo (apesar do portugues ridiculo),mauro beting,mauricio noriega,vagner vilaron,celso cardozo da tv gazeta são os melhores sem duvidas nunhuma.

  • geraldo diogo de araujo

    vou dar meu pitaco nessa conversa, nem no rádio , nem na televisão e nem na imprensa impressa temos hj narradores e comentaristas esportivos com um mínimo de capacidade
    não importa se jornalistas ou ex-jogadores de futebol e tem uns antigos então principalmente
    na jovem pan e tv gazeta que deveriam tomar simancol, pegar papel higiêncio e pedir pra sair.

  • Gérson Brenner

    A band e a RedeTV só colocam corintianos para comentar. Querem a todo custo tornar o Corinthians o clube mais popular do Brasil. É com base de mídia que o Corinthians vive. Tem emissoras destinadas a falar dele o tempo todo. Com todos os comentaristas apoiando e falando bem do time, do clube. Escondem as sujeiras e a podridão que é o Corinthians. Time envolvido com dinheiro sujo, que já vendeu sua alma à máfia russa. Querem fazer o povo acreditar que o Corinthians é o maior clube da América, o mais vitorioso. E aqueles com pouco estudo acabam engolindo essa história e virando corintianos. Por isso o alto percentual de analfabetos e semi-analfabetos na torcida do Timão. Precisamos de mais programas imparciais, com todos os clubes abordados e comentários mais sérios e coerentes.

  • gustavo oliveira

    Não vejo grande coisa nos atuais comentaristas. Não temos e não teremos outros Saldanhas, Luis Mendes e Rui Porto. Na ESPN ainda temos uns dois que são bons observadores, mas na Band é coisa de se pensar muito. Neto, Denilson, Dr Osmar e Edmundo ninguém merece. Eu não assisto mais nada de futebol na Band, enquanto lá estiverem cometando Denilson e Neto principalmente. Voce demitir um Sergio Noronha para contratar o Edmundo é chamar o telespectador de babaca. Na Globo só o Junior merece credibilidade. Aliás, não sei o que faz ficar forte na emissora aquele tal Thiago que apresenta o GE para São Paulo. Simplesmente ridículo. A Globo poderia usar comentaristas como Sergio Noronha, Felipe Cardoso(RADIO GLOBO RIO) e contratar um da ESPN pelo menos, entre o Mauro Cesar Pereira e o PVC, OS DOIS MELHORES DA ATUALIDADE.

  • Nicolas

    Janca, ser contra o diploma abre o pretexto para que todas as áreas possam ser exercidas sem a necessidade do conhecimento. Você seria atendido por um médico sem diploma? Um dentista? Um advogado, além do diploma, necessita ser aprovado no exame da OAB para exercer a profissão. Porquê no jornalismo isso não existe? É justo uma pessoa estudar quatro anos e ser subordinado de Panicat, Ex-BBB, Ex-Fazenda, Ex-Modelo, Ex-Sei lá o que, pessoas que não tem o mínimo conhecimento na área? Esse tipo de pessoa não vira um médico, um advogado, um cientista, porque precisa estudar, ralar, mas o Brasil é o único país do mundo que se premia a falta de conhecimento e de ética, vide Luciana Gimenez e qualquer ex-jogador comentarista da Band ou uma bela bunda, tipo Carla Perez! “I” de escola e “E” de isqueiro? Aí é sacanagem! Agora, se fosse apenas como comentarista, tipo o que o Arnaldo faz, não tenho nada contra, simplesmente, porque ele só fala quando é citado, não faz matéria, não segura microfone, não faz jornalismo, apenas comenta. Finalizando, não basta ser jornalista, tem que fazer jornalismo. Lia o blog do Cosme do R7, mas quando comentava com críticas contra a opinião, ou mostrando fatos contra a empresa na qual trabalha, a censura era forte. O que fiz? Simples, nunca mais abri um post dele. Adquiri gosto de ler seus posts, de conotações simples e com possibilidade para debate.

    • Gérson Brenner

      Concordo contigo Nicolai…inteiramente.

    • janca

      Acho que o diploma é extremamente necessário pra algumas áreas, como medicina ou engenharia, mas para outras, como jornalismo ou administração, por exemplo, não vejo assim, Nicolas. Abração e obrigado pelo comentário, Janca

      • Nicolas

        Janca, será que realmente o jornalismo não necessita do conhecimento com todo o poder que a mídia tem de influenciar as pessoas? Não seria “necessário” a pessoa que ingressar na área cumprir o juramento da ética, ouvindo os dois lados? Analisando informações tendenciosas, quantas guerras não foram travadas por causa da mídia? Analisando como entretenimento, até entendo o lado da defesa da não necessidade do diploma, mas no jornalismo, acredito ser obrigatória a defesa do juramento da ética, tendo como punição ao não cumprimento, ser excluído e não poder mais trabalhar na área, como ocorre na OAB e nos conselhos de medicina, fato que não ocorre para quem não é diplomado, não sofrendo nenhum tipo de punição. Quantas vezes não ouvimos a frase “mas você, como formador de opinião…”? Abraço Janca.

        • janca

          Claro que jornalismo precisa de conhecimento e muito, Nicolas. Mas conhecimento não se adquire na faculdade de jornalismo, com cursos fraquíssimos. Aprende-se em outras áreas, como economia, direito, ciências políticas e sociais, por exemplo. E com muita cultura geral, muita prática, muita literatura, muita leitura. Não vejo jornalismo como entretenimento, muito pelo contrário. Mas não é uma ciência em si. Conheço muitos biólogos, por exemplo, que têm totais condições de comandar uma editoria de Ciência. Não vão fazê-lo por não terem diploma de jornalismo? Se forem competentes, por que não? A exigência do diploma, a meu ver, não passa de uma reserva de mercado. Os melhores sobrevivem, com ou sem diploma. Nos Estados Unidos há muitas faculdades e universidades de ponta que ensinam técnicas de jornalismo como uma especialização, cursos de nove meses pra advogados, médicos, psicólogos, engenheiros, economistas, historiadores, enfim, que queiram seguir a carreira. Os jornais, por exemplo, estão repletos de gente formada em outras áreas. E pra prática do jornalismo naõ basta escutar os dois lados, como dizem por aí. Há ótimos matemáticos e filósofos escrevendo sobre esporte melhor do que muita jornalista com diploma de jornalismo. É como se fôssemos obrigar um empresário a ter o diploma de administração ou contratar para cargos gerenciais apenas aqueles que o tiverem. Muitos psicólogos dão ótimos gerentes de RH. E bons jornalistas também. E podem ser formadores de opinião, como não? Abs. Janca

          • Nicolas

            Janca, sei que o post foi fechado, mas acho legal esse seu jeito de responder todos os comentarios. No caso, posso ter expressado a palavra “conhecimento” como forma “obrigatória”. Concordo que a maioria dos cursos são fraquíssimos, com raras exceções. Como afirmei, na parte do entretenimento, não creio que seja necessária a obrigatoriedade do jornalismo, por exemplo apresentadores como Silvio Santos, Faustão, mas há de se ter todo um cuidado ético, no caso jornalístico, com quadros e matérias que irão ao ar. Lembra do caso PCC/ Gugu? O que “concordo não concordando” é a necessidade do diploma como reserva de mercado. Concordo que o jornalismo não é uma área que seja necessária uma graduação de 4 anos para se adquirir o “conhecimento técnico”, mas ainda creio na importância da ética, do estudo. É horrível ver comentários tipo “O cara parecia ter dois pulmões!” – Neto, “O São Paulo só chegou uma única vez em dois lances” – Muller, “Ele precisa voltar a ser aquele jogador que ainda não está sendo” – Caio… Mas não concordo na obrigatoriedade do diploma de graduação para um médico. Constando o sistema ATUAL brasileiro de educação, sim, a obrigatoriedade é essencial, mas nos EUA, como foi citado, escolas com mais recursos tem aulas de anatomia prática. Será que essa pessoa com esse conhecimento técnico “nível 1” adquirido, cursando um técnico “nível2” já não poderia ser um excelente clínico geral? E para ser especialista, cursar um técnico específico, tipo neurologia ao invés de ficar em uma sala de aula com um monte de livros durante 4, 5 anos, fazer estágio de mais um, para se formar apenas como clínico geral? Isso garante que ele vai ser um bom profissional? Isso ocorre no Brasil! Pesquisa anual feita pelo CREMESP apontou que a maioria dos futuros profissionais da saúde não estão aptos a excercer a profissão, enquanto no jornalismo, isso ocorre sem a necessidade do menor estudo, mas no final os dois não estão aptos a excercerem suas funções. É isso que julgo ser muito mais perigoso para a sociedade, uma pessoa sem a noção da ética formar milhões de opiniões utilizando a mídia, do que um médico que comete erros por não ter o diploma. Concordo que há profissionais da medicina que “praticam” jornalismo melhor do que quem é graduado, já que esse possui o conhecimento técnico do assunto, basta saber se expressar bem, coisa que durante o próprio colegial ele aprendeu com leituras, estudo, conhecimento… Mas custa esse médico cursar um técnico para essa nova função, prezando pela ética, supondo que ele irá escrever sobre medicina? Agora, se ele é convidado a expor sua opinião em uma coluna de tema livre, concordo que é desnecessário o conhecimento da graduação. Gosto muito do Flávio Gomes, especialista em automobilismo, quando escreve em seu blog sobre futebol ou política. Não creio também na necessidade do técnico em jornalismo esportivo, jornalismo ambiental, como área específica para atuação, apenas do técnico geral em jornalismo. Já na medicina, sim, obrigar a especialização do técnico em neurologia, do técnico em cardiologia… Concordo que no geral o jornalismo não teria um aumento de conhecimento se fosse aprofundado em um tema, diferente da medicina, por isso a questão do diploma, mas discordo não ser necessário o conhecimento técnico para ambas as áreas. Eu gosto desse tipo de tema, porque abre um leque muito grande de possibilidades, problemas e soluções. Finalizando os exemplos, se analisarmos de um ponto de vista mais rígido minha primeira abordagem, não poderíamos concordar com o Bolsonaro na questão de ter se negado ser atendido por um médico que ingressou na universidade com cota (Sem questão racial, apenas de conhecimento)? Podemos analisar que naquele momento, ele realmente não era capaz, mas após sua formação, ele se tornou um grande médico. Mesmo ele sendo um dos melhores, teria sido justo o ingresso dele? Ele não retirou a vaga de alguém que merecia estar lá? (Nesse caso utilizando o seu conceito da obrigatoriedade do diploma na área de medicina). Abraço Janca.

          • janca

            Acho que entendo o que você quer dizer, sua preocupação com a ética, digamos assim, mas ética talvez seja uma postura de vida, algo que não se adquire na faculdade ou com um “simples” juramento depois do curso. Continuo achando que para o exercício de certas profissões _como engenharia, arquitetura, direito e advocacia_ é necessário o diploma universitário, já para outras, não. Mesmo com o diploma é possível que o profissional não tenha uma conduta ética? É. Mas as técnicas específicas ele aprende. Há faculdades e faculdades de medicina? Sim. O próprio Adib Jatene teme que aumente muito o número de vagas e cursos pois a qualidade de boa parte delas é duvidosa. O que acho é que, no caso do jornalista, ele pode exercer a profissão vindo de outras áreas, não tem que necessariamente ter formação em jornalismo. Continuo achando isso. Em tese os maus profissionais, com ou sem o diploma, acabam cortados pelo mercado. Você citou o Gugu. Acho que ele até tem o diploma de jornalismo. Já o Juca Kfouri, que considero excelente profissional, não. Fez ciências sociais. Imagine um ministro das finanças tendo, obrigatoriamente, que ter cursado economia. Não acho que seja necessário. Pode ter cursado engenharia ou sociologia ou direito, o que for, ter feito mestrado ou direito na área e se sair um ótimo ministro. Como pode ter feito economia e não se sair bem. Tudo é muito relativo. Mas sou contra a obrigatoriedade de diploma pro exercício da profissão de jornalista. Abs.

  • Augusto Elias

    Antes de mais nada o futebol é o esporte mais curtido no mundo, logo, todos podem e sempre têm algo a dizer, seja ex-jogador, seja jornalista de formação.

    Concordo com os colegas: o programa esportivo é algo privado e quem produz tem todo direito de contratar quem quiser para fazer o programa. Acredito que as critícas a um comentarista ou outro ocorrem pois normalmente o sujeito torce para um time e o comentarista torce para outro, dai sempre acha que o comentarista protege seu time.

    No caso do Neto é pior ainda, pois além de corinthiano ele é dirigente do Corinthians. Honestamente, gosto muito do trabalho dele (sou sãopaulino) e acho que ele tem muito carísma para a televisão, coisas que outros jornalistas da área não têm. Da mesma forma, não gosto muito dos comentáros do Caio pois ele é até sem graça. Acho que o jeito de bom moço dele reflete muito isso.

    Cabe a cada um mudar o canal ou emissora de rádio.

    • janca

      Oi Augusto. Tá aí seu comentário, mas fiquei com uma dúvida. Não sabia que o Neto é dirigente do Corinthians. Você não se equivocou, não? Abs.

  • Pulga

    O Edmundo tem opiniões boas, mas gagueja demais… não gosto de ver jogos com ele comentando, ele não sabe falar com clareza!!!
    Casagrande é disparado o melhor comentarista!!!

    Só acho que para jogos europeus, alguns comentaristas e narradores também deveriam pesquisar mais a pronuncia dos nomes dos jogadores, sobre o clube e a fase que estão!!!
    Narradores como Galvão Bueno, Luciano do Vale (ditadores ultrapassados do microfone na Globo e Band respectivamente) são muito mal informados. Além de comentaristas com pouquíssima informação de futebol internacional, como Junior, Neto e Edmundo!!!

  • Ademir Santino de Lima

    É flagrante o baixo nível dos comentaristas e narradores de esporte de um modo geral. Seria capaz de citar vários comentaristas e narradores diplomados ou não como péssimos profissionais.
    Existe uma premissa de que o torcedor é incapaz de analisar uma partida de futebol com imparcialidade devido a sua paixão por A ou B, mas vejo muitos “profissionais” ou não, exercendo de forma exagerada sua paixão por A ou B. Sem contar com o protecionismo, principalmente ao Flamengo e ao Corinthians. Tudo bem que são os clubes de maior torcida, mais isso não significa colocar os demais clubes em segundo plano. Até as análises nos jogos desse clubes são feitos com critérios que chega a ser patético.

  • Leoni R Dantas

    Alguns ex jogadores fizeram cursos para serem comentaristas. Vejam o caso do Casagrande e do Caio Ribeiro. Gramática se aprende no berço: quem recebe noções básicas antes dos 3 anos de idade desenvolve um sistema de neurônios, no lado esquerdo do cérebro, só para processar esse tipo de informação. Se uma pessoa não aprende a falar no início da vida, nunca conseguirá dominar completamente a gramática. Jogadores e ex jogadores, coitados!!! Erros gramaticais são inaceitáveis, e tem um papel muito importante em nossa vida cotidiana. Um erro gramatical pode mudar o sentido de um discurso e criar uma má impressão. Vai algumas sugestões “Fazem dez anos que não vemos tantas mudanças na CBF” (correto é faz dez anos). “Houveram muitas torcidas neste final de semana”. (o correto é houve muitas torcidas)… Futebol é cultura… ter domínio da nossa gramatica e da boa dicção também.

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