A fila dos ingressos



A venda de ingressos para jogos de futebol no Brasil continua um inferno. As semifinais do Paulista são um exemplo. Caos no Morumbi, caos no Brinco de Ouro da Princesa. Assunto pouco comentado, alguns torcedores ficaram mais de três horas nas filas para conseguir entrada. E alguns não tiveram sucesso.

Cambistas? Continuam em ação. Seja para o jogo em São Paulo, seja para o jogo em Campinas.

A venda de entradas, graças à internet e a programas como o sócio-torcedor, melhorou a vida de alguns, mas não de todos. Filas para comprá-las e filas para entrar no estádio em dia de jogo importante seguem sendo uma norma. E no país que em pouco mais de dois anos vai sediar a Copa.

Um pouco mais de organização e de respeito com o torcedor seria bom. E é obrigação. Até porque os ingressos não são baratos. Para as semifinais há entradas de 120 reais, por exemplo, um preço mais alto do que os das melhores peças de teatro que estão em cartaz em São Paulo e no Rio.

Poucas bilheterias abertas, poucas rampas de acesso aos estádios, poucos funcionários contratados para trabalhar nos eventos, o resultado é isso aí. Desrespeito total com o torcedor, que acaba ficando em casa e vendo os jogos pela TV.



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