A pré-temporada do Fla



Com um mês de “folga” graças às duas eliminações seguidas, na Libertadores e no Carioca, o Flamengo deveria repensar o papel de Ronaldinho Gaúcho no time.

O jogador tumultuou o ambiente desde o final do ano passado, fritou o técnico Vanderlei Luxemburgo, ajudou a esquentar a guerra nos bastidores e a diretoria tornou-se refém de suas ações, com medo de perdê-lo e contrariá-lo, passando a dizer amém para tudo o que fazia.

Apostar em jogador que não está nem aí para o time, como parece ser o caso de Ronaldinho, só pode dar nisso.

No ano passado até pensei que ele iria recuperar a velha forma e jogar tudo o que pode. Mas quando começaram as confusões fora de campo e Patrícia Amorim não conseguiu controlar os egos, tirando o apoio à comissão técnica para não aborrecer o jogador, deu para sentir que a coisa estava feia. E os resultados (negativos) vieram mais rapidamente do que eu imaginava.

Do jeito que está não adianta apostar em Ronaldinho como não adianta apostar em Adriano. Quando o jogador não quer mais e desiste da bola, atuando apenas com o nome, mais prejudica do que ajuda o clube.

Na nova pré-temporada, agora forçada, o Flamengo tem que repensar tudo. Porque foi um primeiro semestre perdido e se continuar nessa linha o clube vai fazer feio no Brasileiro.



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