Flamengo x Flamengo



Ao dar o título a este post pensei em duas questões diferentes que queria abordar aqui. A primeira, a que já me referi uma vez, trata da divisão do clube da Gávea entre a parte social e o departamento de futebol. A segunda, das ações de marketing do Mengo.

Muito criticada por gerir mal o futebol e ter virado refém de Ronaldinho Gaúcho, Patrícia Amorim defende sua administração dizendo que está mandando bem no setor social e nos esportes ditos amadores.

Muitos sócios concordam, mas os torcedores seguem revoltados com a baderna que virou o departamento de futebol. E como quem vota são os sócios, alguns dos quais nem rubro-negros são, ela pode continuar no poder ou fazer seu sucessor. Paradoxos e contradições de nosso futebol.

Como contradição existe na venda de produtos licenciados do Fla, algo que ocorre com outros clubes brasileiros também e deveria ser repensado já.

Quando você entra numa loja oficial do Mengão chega a ver uniforme para criança de quatro anos custando quase 300 reais, o que é uma piada para a realidade brasileira. Afasta o consumidor. E aonde ele vai parar? Muitos deixam a loja e vão comprar produtos de camelôs ou similares e se afastam dos produtos licenciados, deixando de dar grana ao próprio clube.

Não é por acaso que as lojas oficiais do Flamengo, segundo relato das próprias vendedoras, andam às moscas. Pra quem acha que a responsabilidade é do time de futebol, que vem jogando pouco, não é, não. Isso é pontual. O preço dos produtos, demasiadamente caro, não. E poderia ser diminuído pensando numa estratégia para atrair mais compradores. Nacionais e estrangeiros, ainda mais com Copa no Brasil e Olimpíada dois anos depois no Rio.



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