Arbitragem



Recebi na semana passada o livro “Treino Mental _Arbitragem no Futebol: Rendimento e Bem-Estar” do psicólogo Gustavo Korte.

É uma espécie de manual de autoajuda para os árbitros, que trata desde o controle de suas habilidades psicológicas até a administração do tempo durante a semana. Aborda o trabalho em equipe, a linguagem corporal, a motivação, traz exercícios de respiração e dicas para lidar com treinadores e jogadores considerados difíceis, entre outros pontos mais.

O comportamento dos árbitros é um dos tópicos que mais me fascinam no futebol. Sinto falta de estudos sociológicos sobre eles e acho que uma série de teses podem ser desenvolvidos a partir disso.

A atitude de um juiz muda diante de um atleta de renome? E quando apita costuma ser influenciado pela torcida? De qual forma? Pois cada árbitro é único…

Outro dia vi um jornalista estrangeiro no Sportv, salvo engano, dizendo que na Libertadores, mais do que na Liga dos Campeões da Europa, os times que jogam fora têm mais chances de perder. Porque as viagens são maiores. E o cansaço, também. Mas será só por isso? Não será pelo fato de o futebol sul-americano estar mais nivelado do que o europeu? E está mesmo mais nivelado? E a influência da torcida? E do apito, mesmo que seja inconscientemente? O árbitro não tende a apitar a favor do time da casa? Do de maior torcida? Do que tem mais exposição à mídia?

Perguntas, perguntas… Sinto falta de ver a academia mais voltada ao esporte e ao futebol, porque, de uma forma, eles representam o que se passa na sociedade. A brasileira e a mundial.



MaisRecentes

Nova caminhada



Continue Lendo

O desabafo de Cuca (ainda)



Continue Lendo

As críticas de Cuca



Continue Lendo