A herança de Teixeira



O governo federal, via Ministério do Esporte, e o Comitê Organizador Local, via José Maria Marin, não querem mexer nos acertos feitos por Ricardo Teixeira com patrocinadores e parceiros comerciais, inclusive contratos para venda de ingressos para a Copa das Confederações e o Mundial de 2014.

Setores da oposição insistem que eles sejam revistos e reavaliados seja pela União, seja pelo próprio COL, mas em visita ao Congresso durante a semana Marin, que substituiu Teixeira no poder, deixou claro que representa o continuísmo e vai defender a herança deixada pelo ex-chefe.

Aldo Rebelo, pressionado pelo Tribunal de Contas da União devido ao atraso nas obras e pela própria Fifa, pela indefinição sobre venda de bebida alcoólica nos jogos da Copa, tampouco tenciona mexer no vespeiro.

Para a oposição acordos como o contrato de hospitalidade e os direitos de comercialização dos pacotes VIP do Mundial, deixados nas mãos de amigos de Teixeira, deveriam ser revistos. Rebelo, porém, avalia que não há tempo para isso, enquanto Marin defende Claudio e Wagner Abrahão, unha e carne com o ex-presidente da CBF, e que serão responsáveis pelos serviços de turismo e ingressos no Mundial. Amigos, amigos, negócios… Nem sempre à parte.



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