Marin abre o cofre



O novo presidente da CBF, José Maria Marin, quer abrir os cofres da entidade para “ajudar” os clubes brasileiros e conseguir apoio deles no início de sua gestão.

Uma das ideias do dirigente é começar a pagar os salários dos jogadores convocados para a seleção, bem como dar uma compensação aos clubes que ficarem sem seus atletas, cujo valor não está definido.

Em relação ao calendário, criticado por boa parte dos times da Série A, que exigem maior período para a pré-temporada, bem como brechas para poderem excursionar ao exterior, o presidente da CBF não deve se manifestar por enquanto, com medo de descontentar as federações estaduais, cujos objetivos não batem com os dos clubes.

Parcela das grandes equipes, por exemplo, gostaria de ver os Estaduais reduzidos, enquanto as federações são contra.

Detalhe: tanto as federações estaduais quanto os clubes da Série A têm direito a voto na eleição da CBF.

O próximo pleito está marcado para 2015, só depois da Copa no Brasil, mas há quem entenda que o mandato esticado até lá era o de Ricardo Teixeira, não o de Marin.

Com a renúncia do primeiro surgiu movimento para convocação de eleição ainda para 2012, o que gera controvérsia.

Enquanto isso José Maria Marin, apoiado por Marco Polo Del Nero, o presidente da Federação Paulista de Futebol, tenta se segurar no cargo como pode. E fazendo média aqui e acolá.



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