O papel de Ronaldo



Com a licença médica de Ricardo Teixeira, Ronaldo recebeu a incumbência de seguir representando-o no Comitê Organizador Local e tentar reaproximá-lo tanto da Fifa quanto do governo, aproveitando que os dois lados estão estremecidos.

Durante a semana, o ex-jogador já deu o seu recado, ou melhor, o de Teixeira. Afagou Aldo Rebelo e Dilma Rousseff, dizendo que acredita na capacidade do governo de realizar uma excelente Copa do Mundo, mas não deixou de dar apoio a Jérôme Valcke, lembrando que o secretário-geral da Fifa está certo ao cobrar dos brasileiros o atraso nas obras.

A partir de agora a ideia é que Ronaldo passe a usar o espaço entre Rebelo e Valcke para dar força ao COL, presidido por Teixeira e do qual o ex-atacante é um dos representantes.

Se conseguirá, não sei. E confesso que duvido. Porque neste momento Ronaldo tem outras preocupações, como, por intermédio de sua empresa de marketing esportivo, apresentar projetos para divulgar a marca Corinthians no exterior. E tentar encaixá-la tanto na Copa de 2014 quanto na Olimpíada de 2016. O que pode significar confusão, especialmente no caso da primeira, caso haja _e por que não haveria?_ conflito de interesse com o ex-jogador atuando no COL, embora ele não veja assim…



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