Dilma e o Beira-Rio



Não teve o dedo (e as mãos e a cabeça) de Dilma apenas na carta de Aldo Rebelo à Fifa, dizendo que o Brasil não aceitava mais Jérôme Valcke como interlocutor para assuntos de Copa, o que fez o secretário-geral recuar e dizer que não foi bem compreendido…

No caso do Beira-Rio, que estava com as obras paradas e não encontrava solução financeira para reiniciá-las, foi só graças a Dilma que o estádio continua como um dos 12 do Mundial de 2014.

O governador do RS, Tarso Genro, havia decidido jogar a toalha e apoiar  nova arena do Grêmio, que fica pronta em dezembro, como estádio de Porto Alegre para a Copa do Brasil. Dilma reagiu imediatamente. Disse que não. Que haveria muita confusão entre gremistas e colorados e que a decisão estava tomada. Seguiria o Beira-Rio como sede e ponto.

Ela conversou na quarta passada com Sergio Andrade, presidente da Andrade Gutierrez, em tom firme. Avisou que queria uma definição imediata para o Beira-Rio. E fez o mesmo com Tarso Genro, avisando que não faria sentido tentar emplacar a do Grêmio no lugar do estádio do Inter numa cidade onde tudo é tão polarizado e que tem eleições municipais em outubro.

O resultado da conversa de Dilma com a Andrade Gutierrez foi positivo e imediato. A empreiteira anunciou ter garantias para obter empréstimo do BNDES e terminar a reforma do Beira-Rio. E Tarso Genro concordou que o Banrisul, Banco do Estado do Rio Grande do Sul, seria usado como agente repassador da verba. O valor estimado é de 300 milhões de reais.

A partir de agora, segundo integrantes do governo federal, vai ser assim. Dilma mais presente no dia a dia da Copa. Vamos ver, vamos ver. Espero que as coisas melhorem, mas… Sei não, sei não…



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