Copa: nota 0,5



Na semana que vem a Fifa volta a pressionar o Brasil. Quer saber a quantas andam os preparativos para o país receber a Copa. E as notícias continuam não sendo as melhores.

A questão dos estádios, apesar dos problemas com o Beira-Rio, que até pode vir a ser substituído pela nova arena do Grêmio, é a que menos preocupa.

As obras de mobilidade urbana seguem quase na estaca zero. A pouco mais de dois anos do início da Copa apenas 5% do previsto em 2007 avançou até aqui, o que representa uma nota 0,5 no quesito. Cuiabá, Fortaleza e Natal são tidos como os casos mais graves.

O Mato Grosso, que assim como Fortaleza, optou pela construção do Veículo Leve sobre Trilhos, o VLT, como principal obra de transporte para a Copa, não sabe se conseguirá entregá-lo até o início do Mundial.

Fortaleza começaria as obras para viabilizar seu VLT apenas na última segunda, com atraso de mais de quatro meses e ainda com sérios problemas devido às desapropriações, contestadas por muitos moradores locais. É o mesmo caso de Natal, que espera entregar uma via tripla para levar ao estádio das Dunas em abril de 2014, mas não sabe se as obras no aeroporto para a Copa ficarão prontas antes do início do evento.

Já no Rio de Janeiro o que mais inquieta a Fifa é a falta de hotéis para todos, especialmente para todo o tipo de bolso. De acordo com estimativa da entidade são necessários pelo menos mais 30 mil quartos até 2014, 70% dos quais para torcedores menos endinheirados, ou seja, fora da categoria luxo ou superior.

Os cariocas admitem o problema e prometem 48 mil novos quartos, mas até 2016, a fim de atender às exigências do COI para a Olimpíada de 2016. Já as da Fifa vão continuar causando confusão. E muita bagunça, sem falar na discussão, nos próximos dois anos.



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