O tropeço de Teixeira



Não é de hoje que Ricardo Teixeira sofre denúncias de corrupção, mas em que ponto tropeçou para passar a cogitar sair do futebol?

O grande tropeço foi no ano passado quando resolveu trabalhar nos bastidores pela eleição de Mohammed bin Hammam, do Qatar, contra o atual presidente da Fifa, Joseph Blatter, que acabou seguindo no trono.

De lá pra cá Teixeira passou a ser visto como inimigo pela cúpula da Fifa e perdeu poder na entidade, que começou a ameaçar tornar públicas investigações que poderiam incriminar o brasileiro e seu ex-sogro, João Havelange.

Bin Hammam também perdeu força em Zurique tanto que, acusado de subornar eleitores e sem chances de vencer Blatter, retirou sua candidatura e depois foi banido do Comitê Executivo da Fifa, aonde tinha um lugar. Tentou retaliar Blatter no final do ano passado, mas sem sucesso.

No Brasil, o tropeço de Teixeira foi outro. A entrevista que deu à revista “Pìauí”, em que resolveu mostrar a cara. E a face que mostrou à opinião pública não foi das mais agradáveis. Pegou mal inclusive no Palácio do Planalto, aonde já tinha virado persona non grata. Agora, então… Bom restante de Carnaval para todos, volto a postar na quarta, quando Teixeira diz que retorna ao trabalho. Mas até lá sigo respondendo comentários.



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