Teixeira cede espaço a Del Nero



Com as insistentes informações, desmentidas sem muita veemência pela CBF, sobre a saída de Ricardo Teixeira da entidade, o presidente da FPF, Marco Polo Del Nero, começa a ganhar força nos bastidores.

Muito amigo de José Maria Marin, que já presidiu a Federação Paulista de Futebol e assumiria a CBF em caso de renúncia de Teixeira, Del Nero tem sido procurado por presidentes de clubes e de outras federações estaduais sobre o rumo da confederação.

Dirigentes de Palmeiras e São Paulo entraram em contato nos últimos dias tanto com o presidente da FPF quanto com Marin atrás de notícias sobre eventual saída de Teixeira. Já sonham em ganhar o espaço obtido pelo Corinthians nos últimos anos da gestão do presidente da CBF.

Marin tem mantido contatos também com Andrés Sanchez, cujo futuro, em caso de saída de Teixeira, ficaria incerto, assim como o de Mano Menezes, muito criticado pelo que fez (ou não fez) até agora na seleção.

Mano passou a bajular muito o presidente da CBF depois dos maus resultados do ano passado, fazendo questão de ser visto em festas ao lado do dirigente.

Marin, que foi vice biônico de Paulo Maluf no governo de São Paulo, é considerado um político e dirigente apagado. Apoiou-se em Del Nero quando assumiu interinamente a presidência da CBF, no início do ano, com a licença de Teixeira. E foi ajudado pelo presidente da FPF quando pegou uma medalha na conquista do Corinthians na Copinha. Del Nero saiu em sua defesa dizendo que era um presente a Marin.

Que seria muito boa a saída imediata de Teixeira seria. Mas só acredito vendo. E lamento que não haja alternativas boas para seu lugar. Porque Marin certamente não é. Mesmo que em curto período, o chamado período da transição.



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