O fracasso do Paulistão



Dirigentes dos grandes de SP têm reclamado muito do Paulistão. Dirigentes dos chamados  pequenos, também.

Para os primeiros a fase de classificação, com 19 jogos para cada, é longa demais e não vale nada, já que passam para a etapa seguinte 8 dos 20 times. O campeonato, na prática, começa nas quartas-de-final. Reclamam ainda da fragilidade dos times do interior e da falta de interesse de seus próprios torcedores.

Já os demais cartolas lamentam o campeonato em turno único, que faz com que suas equipes recebam apenas dois grandes durante o torneio inteiro, ficando sem ver os outros dois de perto. Para aproveitar a vinda de dois dos quatro grandes, quando jogam em casa contra eles jogam o preço dos ingressos lá para cima e têm dificuldade para encher o estádio. Nos demais jogos em casa, público também escasso, já que o interesse parecer ser apenas o de ver as estrelas de Corinthians, Palmeiras, Santos ou São Paulo.

As reclamações não são “privilégio” paulista. No Rio, no Sul, no Nordeste, com raras exceções, como Pernambuco, muitas lamúrias sobre os Estaduais. Muito descaso, muito prejuízo, o que mostra que o atual modelo não funciona e deve mudar, pois a TV, por mais que tente, não consegue atrair a atenção da torcida para os jogos nem valorizar torneios falidos. E como o bolso fala mais alto é pela pressão da TV, tão descontente com os estaduais como boa parte dos cartolas, que a coisa deve mudar. E mais cedo do que se pensa…



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