Flats para 2014/16



O mercado de flats, que teve séria crise no início da década passada, estagnou e sofreu forte desvalorização, volta a crescer em boa parte por conta da Copa de 2014 e dos Jogos de 2016.

Conhecidos também como apart-hotéis, eles devem ser responsáveis por ofertar de 25 mil a 30 mil novos quartos por ano para o setor hoteleiro do país até a Olimpíada do Rio. Em cifrões, um investimento de 5 bilhões de reais por ano até 2016.

 Ainda de acordo com estudo que está em mãos do Ministério do Turismo, o Brasil tem aproximadamente 8 mil hotéis, num total de 400 mil quartos para hospedagem, número que é considerado insuficiente para a Copa de 2014, inclusive porque não se restringe às 12 cidades-sede.

A ideia é que, além dos novos flats que já estão sendo construídos e atraem a atenção de investidores, repetindo boom dos anos 90, haja outras alternativas para hospedagem, como hotéis-contêineres, a um custo mais baixo, pousadas e até aluguéis de apartamentos ou casa por temporada, moda no Rio há muito tempo.

Segundo a Fifa, o setor hoteleiro, apontado como o maior problema na Copa de 2010, pode prejudicar o evento também em 2014. A avalição é contestada pelo governo que lembra da forte retomada na construção de flats ou apart-hotéis nas 12 cidades-sede, que podem suprir a falta de quartos nos hotéis.



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