As Correções



Acabo de ler “Freedom” (“Liberdade”), de Jonathan Franzen, autor que adora tratar das difíceis relações pessoais e familiares no mundo contemporâneo.

Na obra lá está Pathy, competitiva jogadora de basquete durante os tempos de estudante, e sua relação com o ambientalista Walter e Richard, seu amigo músico.

Mais uma vez, no caso de Pathy, o esporte como pano de fundo. Para tratar de determinação, competição, inveja, foco, rivalidade e ajudar a moldar, para o bem ou para o mal, a personalidade do indivíduo. E, também como pano de fundo, o que fazemos de nossa juventude, sonhos, o enfrentamento da vida real…

Mais do que de “Liberdade”, gostei de “The Corrections” (“As Correções”), livro do mesmo autor publicado há mais de uma década e que tive a oportunidade de ler no ano passado.

Recomendei para alguns amigos que não gostaram. Acharam pesado. Talvez seja. Mas trata como poucos das mazelas da alma humana e das relações familiares. Bonito e profundo ao mesmo tempo. Sigo recomendando. E preferindo escrever sobre isso a escrever sobre Aldo Rebelo e à visita ao estádio do Corinthians, com Netinho de Paula lá no fundo fazendo campanha pelo PCdoB. Às custas do seu, do meu, do nosso dinheiro, que foi parar em estádios privados, ao contrário do que prometiam Ricardo Teixeira e o governo brasileiro.



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