Capital estrangeiro na Copa



Enquanto o governo brasileiro e os empresários brasileiros batem cabeça sobre a Copa de 2014, cujos investimentos em infraestrutura andam com passos de tartaruga, os estrangeiros começam a se mexer e a voltar os olhos para o evento. Atrás de lucros e boas oportunidades.

Em Mato Grosso, onde dois dos principais problemas são a falta de investimento em mobilidade urbana e hotelaria, um grupo israelense especializado em tecnologia, hotelaria e energia discute com o governo projetos para o Mundial de 2014, que incluem investimento no setor de transporte e apart-hotéis.

Já dois grupos noruegueses enviaram consultores ao Brasil de olho no turismo no Nordeste. Planejam investimentos em Pernambuco, Alagoas, que não terá jogos da Copa mas é tido como um dos cartões-postais da região, e Rio Grande do Norte. Pensam em investir em resorts e pousadas como fizeram portugueses e espanhóis na década passada em cidades como Porto de Galinhas (PE).

Há até xeque do Qatar, sede do Mundial de 2022, com projeto de investir em turismo na Amazônia de olho na Copa da Brasil.

A entrada de capital estrangeiro e a parceria com grupos de fora podem ser interessantes, embora eles estejam se aproveitando da falta de planejamento dos brasileiros, que deixaram tudo para a última hora e começam a entrar em desespero quando o assunto é Mundial e seus “puxadinhos” no reino do improviso.



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