Tudo pelo Poder



Poderia versar sobre os bastidores da política brasileira ou os do esporte do país, onde os dirigentes fazem de tudo e mais um pouco para tentar segurar o filé, mas não. É um filme sobre as eleições presidenciais norte-americanas.

Focado no assessor de imprensa de um dos candidatos democratas, “Tudo pelo Poder” mostra o que podemos até imaginar, mas aquilo que poucos ficam sabendo numa campanha eleitoral.

Um amigo, também assessor de imprensa, costuma dizer que no Brasil os jornalistas de economia ficam sabendo o que as empresas, governo e assessores querem que eles saibam. Às vezes até desnudam a ponte do iceberg, mas não vão muito além disso. No esporte não é diferente.

Não pretendia assistir ao filme, as críticas não foram das melhores, mas quando outro amigo recomendou, resolvi ver e a história passa em um minuto. Prende o espectador.

Já “Cavalo de Guerra”, a que assisti ontem, tem o carimbo de Steven Spielberg. As críticas são positivas, mas há um quê de água com açúcar. É um conto de fandas ambientado durante a Primeira Guerra Mundial, que narra a amizade entre um garoto e seu cavalo.

São quase duas horas e meia de filme, imagens belíssimas e uma reflexão sobre a natureza humana e os conflitos. De hoje e de um século atrás. De sempre.



  • Lily Martins

    Oi João. Bom dia. Também assisti a “Cavalo de Guerra” e gostei, achei que passa rapidinho, lembrou um pouco “Água Para Elefantes, você viu? Tudo pelo Poder nem sabia que estava passando, se arrumar um tempinho ainda vou. Bom final de semana, bj. Lily

    • janca

      Oi Lily, bom dia e bom sábado pra vc. também. Putz, sabe que não sei se lembra tanto “Água para Elefantes”? De “Água para Elefantes” não gostei, “Cavalo de Guerra” achei melhor, vale pela diversão, mas está longe de ser um dos melhores filmes o Spielberg. João

  • Dani

    Como é bom “falar” de cinema, João. Oi Lily, fiz o caminho inverso. Vi “Tudo pelo Poder”, ainda não vi “Cavalo de Guerra”. Não vou muito pelas críticas, João, só de vez em quando. “Tudo pelo Poder” mostra coisas que até podemos desconfiar que existem, mas desconhecemos. É ficção, mas com um pé na realidade. Não tem mocinho nem bandido. As escolhas que fazemos, os erros, as traições. Também gostei. Bom sábado pra vocês, bj. Dani

    • janca

      É, põe pé na realidade nisso. E começou de fato a corrida para a eleição presidencial norte-americana. Entre os republicanos, pelo que pude ver, um candidato pior do que o outro. Como (quase) sempre, aliás. Um ótimo sábado, João

  • Adriana

    Muito bom o filme, talvez o melhor que esteja em cartaz neste início de ano. Tem preconceito da mídia contra o George Clooney, que além de ator é o diretor, por isso críticas mais negativas do que positivas. Não me guio por críticas. Abraços

    • janca

      Não acho que devamos nos guiar pelas críticas, não, mas de vez em quando elas ajudam. Quanto ao George Clooney, não gosto muito dele como ator, talvez até tenha um certo preconceito (diria um pós-conceito, pois não gostei de vários trabalhos), mas neste caso não se aplica a crítica _pelo menos a meu ver. Gostei muito do filme e do trabalho de Clooney em “Tudo pelo Poder”). Abs.

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