Tudo pelo Poder



Poderia versar sobre os bastidores da política brasileira ou os do esporte do país, onde os dirigentes fazem de tudo e mais um pouco para tentar segurar o filé, mas não. É um filme sobre as eleições presidenciais norte-americanas.

Focado no assessor de imprensa de um dos candidatos democratas, “Tudo pelo Poder” mostra o que podemos até imaginar, mas aquilo que poucos ficam sabendo numa campanha eleitoral.

Um amigo, também assessor de imprensa, costuma dizer que no Brasil os jornalistas de economia ficam sabendo o que as empresas, governo e assessores querem que eles saibam. Às vezes até desnudam a ponte do iceberg, mas não vão muito além disso. No esporte não é diferente.

Não pretendia assistir ao filme, as críticas não foram das melhores, mas quando outro amigo recomendou, resolvi ver e a história passa em um minuto. Prende o espectador.

Já “Cavalo de Guerra”, a que assisti ontem, tem o carimbo de Steven Spielberg. As críticas são positivas, mas há um quê de água com açúcar. É um conto de fandas ambientado durante a Primeira Guerra Mundial, que narra a amizade entre um garoto e seu cavalo.

São quase duas horas e meia de filme, imagens belíssimas e uma reflexão sobre a natureza humana e os conflitos. De hoje e de um século atrás. De sempre.



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