O hotel são-paulino



Se a Câmara Municipal aprovou os benefícios públicos ao Corinthians na construção do Fielzão, a ajuda de Gilberto Kassab a Palmeiras e São Paulo na remodelação de seus estádios terá muitas dificuldades para ser aprovada na casa. Mesmo o prefeito tendo maioria.

Não há consenso sobre a necessidade de os dois clubes e a Lusa receberem ajuda da Prefeitura como já aconteceu com o Corinthians.

Tanto a bancada pró-Kassab quanto a oposição, que gritou quando o Corinthians foi beneficiado, estão divididas sobre a questão.

No caso do tricolor paulista a maior polêmica será com a construção do hotel são-paulino, para alguns vereadores não só desnecessário como sem nenhum interesse público.

Juvenal Juvêncio, presidente do São Paulo, aponta como um dos interesses para a construção do hotel a proximidade com o Hospital Israelita Albert Einstein. Ele poderia, portanto, abrigar parentes dos pacientes do Einstein, um dos principais hospitais particulares do Brasil.

O argumento não convence a Câmara nem o Ministério Público, que irá exigir explicações do São Paulo sobre o projeto.

Resta saber o que dirão Aurélio Miguel e Marco Aurélio Cunha, vereadores que tanto lutaram contra a ajuda municipal para construir o Fielzão.

Como eles, também fui contra. Como sou contra a ajuda ao São Paulo, ao Palmeiras, à Lusa, ao clube que for.

Quem quiser construir ou reformar sua arena que se vire, sem dinheiro ou benefício público, pois o governo tem outras prioridades.

Mas agora que se trata do São Paulo qual acabará sendo a posição da dupla? Aurélio Miguel espero que fique contra. Marco Aurélio Cunha, sei não, sei não… Será que vai bater de frente com Juvenal? Vejamos, vejamos…



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