O passaporte de Havelange



Depois de ter se demitido do Comitê Olímpico Internacional e interrompido investigações sobre suposto recebimento de propina, João Havelange quer evitar que o departamento jurídico da entidade transfira material sobre o caso para a Fifa. O brasileiro ainda é presidente honorário da federação que comandou por 24 anos.

Segundo o departamento de comunicação do COI até agora a Fifa não fez pedido para saber detalhes do processo, que foi iniciado há pouco mais de seis meses.

Havelange é suspeito de ter recebido 1 milhão de dólares em propina da ISL, gigante de marketing esportivo que faliu e trabalhava para a Fifa nos tempos em que o brasileiro a dirigia.

Ao sair do COI, Havelange alegou problemas de saúde. Mesmo assim não pretende deixar de atuar como consultor do Comitê Organizador dos Jogos-2016, no Rio, nem de continuar viajando mundo afora. Tanto que não para de reclamar da decisão do governo Dilma, no início do ano, de retirar seu passaporte diplomático.



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