A sucessão de Blatter



Está aberta a disputa pela sucessão de Joseph Blatter na Fifa.

Ricardo Teixeira, que prepara Andrés Sanchez para ocupar seu lugar na CBF, tem como adversário Jérôme Valcke, secretário-geral da Fifa que, como ele, Teixeira, está cercado por denúncias de corrupção.

O nome preferido por Blatter, porém, é outro. Ele acha que Michel Platini, que comanda o futebol europeu, devolveria credibilidade à entidade. Duvido. Acho os três _Teixeira, Valcke e o próprio Platini_ farinha do mesmo saco. Os quatro, aliás, porque de Blatter não precisamos falar mais nada…

Para minar a influência do presidente da Fifa, que ameaça abrir o espólio da ISL, gigante de marketing esportivo suspeita de ter dado propina a dirigentes como Teixeira e seu ex-sogro, João Havalange, o brasileiro voltou a se aproximar de Mohammed Bin Hammam.

O dirigente do Qatar odeia Blatter, a quem responsabiliza pela divulgação das denúncias sobre compra de votos para ver seu país como sede da Copa de 2022.

Expulso do Comitê Executivo da Fifa, continua próximo de Teixeira, que o procurou na semana do amistoso do Brasil contra o Egito.

Os dois devem ter nova reunião até o início de janeiro com a presença de Andrés. A ideia é reunir material contra Blatter, mas publicamente a alegação é troca de experiências sobre como organizar uma Copa… No caso de Teixeira, como não organizar seria o termo mais apropriado.



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